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Mega-sena

Mega Sena acumulada em R$ 90 milhões faz cabofrienses sonharem

Pessoas ouvidas pela reportagem falam do que pretendem fazer com o prêmio

25 julho 2017 - 08h24Por Texto e foto: Gabriel Tinoco
Mega Sena acumulada em R$ 90 milhões faz cabofrienses sonharem

 Seis riscos com a caneta e muita sorte bastam para que sonhos, enfim, se tor­nem realidade. A acumu­lação do prêmio da Mega Sena em R$ 90 milhões leva os cabofrienses às lo­téricas para tentar a sorte de um futuro mais prós­pero. À Folha, os aposta­dores revelaram a primei­ra coisa que fariam com a grana em mãos: sumir, viajar o mundo e caridade foram algumas das respos­tas dos sonhadores.

– Primeiro conheceria o Brasil inteiro... Duas ve­zes. Caso não fosse assal­tado ou morresse assassi­nado, depois viajaria para o Líbano, onde meus pais nasceram. O máximo que cheguei a ir foi o Paraguai – diz, com humor crítico, o arquiteto Sergio Dib, 63.

Os desejos de infância também foram menciona­dos. O consultor de segu­ros Rubens Luiz Silva, 45, diz a prioridade: erguer uma casa própria.

– Faria várias coisas. Uma delas seria construir a casa própria. É um sonho de infância. Também daria a volta ao mundo e ajuda­ria os amigos. Muita gente fica escrava do dinheiro. E acaba indo embora sem usufruir – comenta.

Ao que parece, o prê­mio não enche os olhos de todo mundo: o balconista Márcio Oliveira, 58, tem em mente usar a fortuna para caridade e religiosi­dade.

– Ajudaria as pessoas das quais entendo que me­recem. Também ajudaria instituições de caridade. Depois, iria para um mo­nastério para ficar mais perto de Deus. Visitaria um templo budista no Ne­pal – conta.

Mas não há como ne­gar: o valor chama a aten­ção. Prova disso é a autô­noma Leila Almeida, 30, que passava pela lotérica da Francisco Mendes na tarde de ontem.

– Iria ajudar o máximo de gente que pudesse. Aí já ficaria pobre de novo – brinca.

O primeiro caminho de muitos entrevistados, caso anunciados como ganha­dores, será o aeroporto. Viajar é o primeiro pensa­mento do estudante Bryan Martins, de 22 anos.

– Ir embora do Brasil. Depois pensaria o que fa­zer com o resto. Ah, nunca mais iria trabalhar tam­bém. Esse dinheiro resol­veria muita coisa. Se até trabalhar no Brasil está di­fícil, imagina arrumar R$ 90 milhões.

A vendedora da lotérica da Avenida Nossa Senho­ra Assunção, Michelle do Espírito Santo, espera por maior movimento ama­nhã.

– Hoje não é um dia tão forte porque o pesso­al paga as contas acumu­ladas no fim de semana. Não quer dizer que o mo­vimento do jogo não tenha aumentado. Já aumentou em torno de 60%. Mas na quarta aqui ficará mais lo­tado. Quando a Mega Sena acumulou em R$ 190 mi­lhões, a fila dobrava a es­quina – finaliza.