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PREOCUPAÇÃO

Manchas no Forte assustam banhistas, mas prefeitura descarta ser óleo vindo do Nordeste

Segundo Secretaria de Meio Ambiente, sujeira é de resíduos de rochas de praia

27 novembro 2019 - 16h44Por Rodrigo Branco

O surgimento de manchas escuras próximas ao mar preocupou os banhistas que estavam na Praia do Forte, na altura da Vila Nova, na manhã desta quarta-feira (27). Contudo, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente apressou-se em descartar a possibilidade que as manchas sejam do óleo que polui o litoral do Nordeste desde o fim de agosto e que chegou em pequena quantidade ao Norte Fluminense no começo desta semana.

Segundo a Prefeitura de Cabo Frio, agentes da Secretaria de Meio Ambiente e da Guarda Marítima e Ambiental estiveram no local e constataram que a sujeira se trata de arenito de praia, ou seja, de rochas sedimentares.

– A praia está ok. Isso é uma coisa natural daquela região porque, na verdade, esse material ficava enterrado. Como o local perdeu muita areia por causa da ressaca, o material começou a aparecer – explicou o secretário municipal de Meio Ambiente, Mario Flavio Moreira.

A Secretaria de Meio Ambiente tornou a dizer que já foi elaborado um plano de contingência e emergência, “com procedimentos a serem adotados pelos órgãos envolvidos direta ou indiretamente no monitoramento e resposta caso ocorra surgimento de óleo ou fragmentos no mar ou nas praias da cidade”.

As manchas de óleo já chegaram em mais de 700 localidades desde agosto deste ano no país. As primeiras placas foram encontradas na Paraíba no dia 30 daquele mês. Até o momento, não se sabe a causa desse desastre ambiental. No Estado do Rio, foi confirmada a chegada de pequenas partículas do óleo em praias de São João da Barra e em São Francisco do Itabapoana.

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