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Morte

Julinho do Churrasco faleceu nesta sexta-feira (12), em Itaperuna

Ele chegou a ser atendido em três hospitais; Causa da morte seria bactéria no coração

12 dezembro 2015 - 09h19

Morreu ontem em Itaperuna, no norte do Estado do Rio de Ja­neiro, Júlio César Rodrigues do Santos, o Julinho do Churrasco. Ele vinha sofrendo há dias de vá­rias complicações de saúde, com passagens pelo Hospital São José Operário e, em seguida, o Santa Izabel, onde, além dos diagnósti­cos anteriores, os médicos cons­tataram a existência de bactérias em válvulas do coração.

A recomendaçao foi de trans­ferência para o Hospital São José do Avaí, em Itaperuna, o que foi feito.Nos últimos dias, a equipe médica tentava eliminar a bac­téria através de medicação, mas já com previsão de cirurgia. O estado de saúde de Julino, no en­tanto, começou a se agravar. Nas últimas 24 horas os médicos de­tectaram morte cerebral.

Consumada a morte, a família de Julinho permitiu a doação de rins e fígado e somente por isso é que o corpo dele não foi logo en­caminhado para Cabo Frio, o que vai acontecer às primeiras horas da manhã de hoje.

O corpo de Julinho será ve­lado na Capela do Portinho e o sepultamento, segundo a família, deverá ser no Cemitério Santa Izabel, também no Portinho. Mas o horário ainda não foi marcado.

Julinho tinha 46 anos e dei­xou mulher e cinco filhos. De tradicional família do Jardim São Francisco, Julinho, em fun­ção do comércio onde trabalha­va, tinha muitos amigos. Ele era membro atuante do Tubarões Moto Clube.

Ele era proprietário do tradi­cional ‘Churrasco do Julinho’, que funciona todas as noites na calçada da casa comercial Casa Nova, de material de construção,­na esquina das ruas José Paes de Abreu e Getúlio Vargas, no Jar­dim Caiçara.A notícica chocou todo a vizinhança. A filantropa Joelma Fidalgo era uma das mais inconsoláveis.

– O Júlio foi criado com o meu filho. O churrasquinho, na ver­dade, pertencia ao pai dele. Eles (Julinho e o meu filho) levavam o carrinho para o churrasquinho todas as noites. Foram muitos anos de convivência. Parece que foi ontem e a morte dele é uma perda irreparavel para todos nós – conta Joelma Fidalgo.

A irmã, que também trabalha­va com ele, Zumar Rodrigues, parecia não acreditar na morte do irmão.

– Não tenho nem palavras para demonstrar o que estou sentin­do. Ele era muito querido pelos familiares, pelos parentes, pelos clientes, enfim, por todos os ami­gos que conquistou ao longo da vida. O pessoal do motoclube, por exemplo amava ele também. Era uma pessoa muito querida. Vai nos deixar saudades em todos nós – lamentou Zumar.