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Jamz se apresenta na noite desta terça-feira em Armação dos Búzios

Vice-campeã do Superstar é a atração principal da noite no balneário de Bardot

11 novembro 2014 - 14h19Por Nicia Carvalho|Fotos: Divulgação
Jamz se apresenta na noite desta terça-feira em Armação dos Búzios

Novos e ao mesmo tempo experientes. Ritmo leve, empolgante e suingado. Assim pode ser definida a Jamz, banda que anima a noite desta terça-feira (11) em Armação dos Búzios, na comemoração dos 19 anos de aniversário da cidade. O grupo carioca vem conquistando o cenário musical no país desde sua aparição, em junho deste ano, na primeira edição do programa dedicado a revelar bandas Superstar, da Rede Globo.
Com influências assumidas de Stevie Wonder, Michael Jackson, Jamie Cullum, Jamiroquai, John Mayer e grande pegada de jazz, soul e R&B, o quarteto formado pelo paulistano Will Gordon, 20 (voz e baixo), pelo petropolitano Gustavo Tibi, 22 (voz e teclado) e os cariocas Pepê Santos, 25 (bateria), e Paulinho Moreira, 26 (guitarrista), lança seu primeiro álbum, Insano, nesta semana. O disco traz como marca do grupo as releituras que fizeram sucesso no programa, além de muitas canções autorais. Além da apresentação no aniversário de Búzios, a Jamz toca no fim do mês em Cabo Frio.

Folha dos Lagos: Como a Jamz começou?
Will Gordon – Todos nós somos músicos profissionais há muito tempo. Eu e o Tibi já tínhamos projetos solo e todos nós sempre acompanhávamos diversos artistas. Era uma ‘panelinha’. Quando soubemos da possibilidade de participar do programa, resolvemos nos juntar de fato e oficializar a banda.
Folha – O que e quanto mudou na vida da banda após o vice no Superstar?
Will – Tudo. O Superstar marca o início da banda. Foi uma experiência totalmente nova para nós, tanto durante quanto depois. O reconhecimento e a possibilidade de apresentar o nosso trabalho em rede nacional foram os maiores frutos que colhemos do programa.
Folha – O que vocês podem nos adiantar de seu novo trabalho?
Will – Estamos preparando o primeiro disco da banda intitulado ‘Insano’. Teremos a maior parte do disco composta por canções autorais e faremos algumas releituras também, sempre com a identidade da Jamz.
Folha – A banda se apresenta em Búzios, dia 11, e em Cabo Frio no fim do mês. Qual a sensação de tocar para cidades do interior? Muda alguma coisa?
Will – Com certeza. Adoramos as duas cidades e tenho certeza que vai ser sensacional nos apresentar pra esse público maravilhoso.
Folha – Já conhecem Búzios? Qual a relação com a cidade e que local mais gostou?
Will – Conheci sim e os lugares que mais gostei foram as praias, é claro (risos).


Folha – De onde saiu o nome da banda, Jamz?
Will – O nome Jamz vem dessa nossa história de sempre nos encontrar pra fazer um som. O termo ‘jam’ é usado com frequência entre os músicos para designar esse encontro informal. Acrescentamos o ‘z’ no final para ficar com mais personalidade.
Folha – Durante o programa, as músicas tocadas por vocês foram em sua maioria em inglês. Por que essa opção?
Will – As maiores influências da banda são, em sua maioria, músicas produzidas no exterior e cantadas em inglês, como Stevie Wonder, Michael Jackson, Jamie Cullum, Jamiroquai, John Mayer, entre outras. Por isso seguimos esse caminho. Mas nossas músicas autorais são predominantemente em português.
Folha – E como tem sido a receptividade do público à banda desde que iniciou a rotina de shows, depois da fama?
Will – Tem sido muito boa. Sempre nos reconhecem e cantam as músicas. Muitas vezes as cidades têm fã-clubes locais que nos recebem com muito carinho.
Folha – Qual o principal desafio de começar no cenário musical no Brasil?
Will – A incerteza de fazer um som que não é comum. Tudo na Jamz tem sido uma grande aposta que, graças a Deus, tem dado certo.
Folha – Cabo Frio e região têm como forte característica o surgimento de novas bandas. Que recado vocês deixam para estas bandas e para os fãs?
Will – O velho clichê: nunca deixe de acreditar no seu sonho e no seu som. A música feita com o coração sempre vai prevalecer. Muito obrigado a cada um dos nossos fãs. Está sendo insano to-do o carinho que estamos recebendo. Já temos fã clubes oficiais espalhados pelo país e todos eles são incríveis, nos recebem nos aeroportos, mandam recados emocionantes. Vocês são demais. Amamos vocês