Assine Já
quarta, 28 de julho de 2021
Região dos Lagos
22ºmax
15ºmin
TEMPO REAL Confirmados: 46056 Óbitos: 1864
Confirmados Óbitos
Araruama 11325 353
Armação dos Búzios 5456 57
Arraial do Cabo 1564 87
Cabo Frio 12562 754
Iguaba Grande 4756 114
São Pedro da Aldeia 6144 273
Saquarema 4249 226
Últimas notícias sobre a COVID-19
Geral

Integrante de quadrilha que comanda milícias em comunidades do Rio é preso em Arraial

Daniel Alves de Souza era considerado o braço-direito de um dos líderes da milícia nas comunidades de Rio das Pedras e Muzema

08 fevereiro 2019 - 10h17
Integrante de quadrilha que comanda milícias em comunidades do Rio é preso em Arraial

Durante uma operação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) nesta quinta-feira, realizada por meio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ) e da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ, o miliciano Daniel Alves de Souza foi preso em Arraial do Cabo. Daniel é considerado braço-direito do major Ronald Paulo Alves Pereira, um dos líderes da milícia nas comunidades de Rio das Pedras e Muzema, preso na Operação Intocáveis.

Daniel havia conseguido fugir durante a realização da Operação Intocáveis, que foi deflagrada no último dia 22 e tinha como objetivo prender 13 integrantes de organização criminosa que ele fazia parte, e estava sendo procurado desde então. 

“A prisão do Daniel é muito importante porque retira de circulação mais um integrante de um grupo criminoso dos mais perigosos que atuam no estado. E a prisão o mesmo em Arraial do Cabo demonstra que ele buscava se furtar aos ditames da justiça”, afirmou a coordenadora do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), promotora de Justiça Simone Sibilio.

As investigações foram realizadas através de escutas telefônicas e denúncias, e evidenciaram a atuação dos denunciados com atividades de grilagem, construção, venda e locação ilegais de imóveis; receptação de carga roubada; posse e porte ilegal de arma; extorsão de moradores e comerciantes, mediante cobrança de taxas referentes a ‘serviços’ prestados; ocultação de bens adquiridos com os proventos das atividades ilícitas, por meio de ‘laranjas’; falsificação de documentos; pagamento de propina a agentes públicos; agiotagem; utilização de ligações clandestinas de água e energia, sempre fazendo o uso da força para manter o domínio territorial na região de Jacarepaguá.