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Estudo indica que policiais se tornam alvos

Estudo indica que policiais se tornam alvos

Levantamento aponta que agentes em folga têm mais chances de morrer em assaltos

17 fevereiro 2016 - 10h32
Estudo indica que policiais se tornam alvos

A violência não tem escolhido vítimas na sociedade, mas portar uma arma ou identificação da polícia nos últimos anos tem sido praticamente como receber uma sentença de morte. O fato é avalizado pelo resultado do último estudo do Instituto de Segurança Pública (ISP), que indica que policiais civis e militares de folga no Rio tem 56 vez mais chances de morrer em assaltos do que pessoas de outras profissões.
Em todo estado, entre os meses de janeiro e novembro do ano passado, período que o relatório compreende, 121 policiais sofreram latrocínio (roubo seguido de morte). Para chegar a esse resultado foram levados em conta a quantidade de casos, o contingente policial (58 mil homens), a população do estado (16,5 milhões de pessoas).

A Região dos Lagos e, em especial, Cabo Frio ajudou a engrossar as estatísticas da secretaria estadual de Segurança Pública. Ainda é recente, por exemplo, o caso do terceiro sargento da PM, Ronaldo Ferreira do Nascimento, conhecido como ‘Máquina’, baleado em outubro no Jardim Esperança, depois de tentar impedir um assalto momentos após ter largado o serviço. Para o comandante do 25º BPM, tenente-coronel André Henrique de Oliveira Silva, o perigo não é menor para o policial sem a farda.

– A opção de andar armado é de foro íntimo. Eu particularmente opto por andar armado. O que se recomenda é que estando armado, o policial deve estar sempre atento, frequente lugares compatíveis e evite o fator surpresa – recomendou.

*Leia matéria completa na edição impressa desta quarta-feira da Folha dos Lagos.