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Esperança olímpica: hoteleiros e comerciantes da região querem faturar com os Jogos

Expectativa é que turistas estrangeiros hospedem-se por aqui

02 agosto 2016 - 19h08
Esperança olímpica: hoteleiros e comerciantes da região querem faturar com os Jogos

O turismo da região vive clima de otimismo na iminência das Olimpíadas. A proximidade da capital e as ações da Secretaria Estadual de Turismo – em parceria com as municipais e entidades como o Convention Bureau – prometem movimentar a rede hoteleira das cidades e, consequentemente, o comércio. 

Uma das apostas do setor é a trinca de feriados olímpicos decretados na capital do estado: sexta, por conta da cerimônia de abertura; e nos dias 18 e 22. A expectativa é que cariocas venham curtir a folga na região.

– Carioca não faz reserva, espera até o último momento para ver como vai estar o tempo, por isso ainda não temos um índice significante de reservas para agosto – informou Carlos Cunha, presidente de Associação de Hotéis de Cabo Frio.

Em Arraial do Cabo, otimismo em alta. O secretário de Turismo, Marco Simas, aposta nas ações que estão sendo desenvolvidas coletivamente e nos espaços de divulgação na cidade do Rio.

– Estamos pensando também em fazer atividades para que o turista não perca as competições, como, por exemplo, colocar um telão na Praça do Cova para ver se a gente consegue transmitir as principais competições – afirmou.

Em Búzios, o clima é de espera. Os hoteleiros acreditam que no momento em que a ocupação no Rio de Janeiro atingir 100% – está batendo em 90% –, o balneário vai virar prioridade.

Os comerciantes de Cabo Frio, por sua vez, já aguardam os lucros.

– O mineiro e o paulista, que são clientes que estamos acostumados a atender nessa época, não apareceram. Registramos uma queda de 60% destas férias em relação as dos outros anos. Mas, de agora em diante, esperamos tempos melhores. Estamos otimistas que as belezas naturais da cidade possam atrair os gringos para Cabo Frio – explica o gerente do Vira Verão, Luiz Alberto Oliveira.

A ambulante Maria da Conceição espera chegar na marca de cem picolés vendidos em só um dia. 

– As Olimpíadas devem melhorar as vendas, que estão fracas. Os turistas de fora do país sempre gastam bem – diz a vendedora, que tem saída média de 15 picolés por dia neste período.

* Matéria completa na edição desta quarta-feira (3) da Folha