Assine Já
quarta, 12 de maio de 2021
Região dos Lagos
26ºmax
16ºmin
Tropical
http://www.alerj.rj.gov.br/
TEMPO REAL Confirmados: 37918 Óbitos: 1447
Confirmados Óbitos
Araruama 9612 300
Armação dos Búzios 4692 57
Arraial do Cabo 1317 69
Cabo Frio 10088 529
Iguaba Grande 3759 93
São Pedro da Aldeia 5248 224
Saquarema 3202 175
Últimas notícias sobre a COVID-19
Escolas abandonas são um problema depois do outro

Escolas abandonas são um problema depois do outro

Governo comemora fim da greve, mas tem ‘pepinos’ para resolver

09 março 2016 - 10h04

O fim da greve dos profissionais da Educação, anunciado na noite de anteontem, não significa o reinício imediato das aulas em Cabo Frio. Agora, a Prefeitura terá até o início do mês que vem, quando é esperado que o ano letivo seja iniciado, para arrumar a casa e regularizar as escolas, que apresentam sérios problemas de infraestrutura e administrativos. Os piores casos são o da Patrícia Azevedo, no Jardim Esperança, onde a construção da nova sede ainda não foi concluída; e da Alfredo Castro, no Caiçara, que pena por problemas de higiene: há, no local, infestação de ratos, pombos e seus dejetos a ponto da sala de leitura precisar ser interditada e os livros, incinerados.

A Secretaria de Educação confirmou o retorno das aulas para o dia 6. Até lá, muito precisa ser feito na Alfredo Castro, que atende a boa parte de crianças e adolescentes de um dos bairros mais populosos da cidade. Um dos problemas é a infestação de ratos e pombos que se espalhou pela cidade nos três meses em que a unidade ficou fechada.

– Antes de começar a greve, vi um rato. Tentei resolver de uma maneira caseira para acabar com o problema. Quando voltamos, ontem, a escola estava numa situação de caos. A sala de leitura foi interditada e os livros precisarão ser incinerados. Inclusive estamos estudando os meios jurídicos para poder fazer isso. Alimentos que estavam na despensa foram destruídos pelos ratos, como arroz, leite e feijão – revelou o diretor Francisco de Matos, que convocou reunião com os professores para hoje e com pais de alunos para amanhã, para dar esclarecimentos sobre o estado do colégio.

Quando voltarem, as crianças também não terão acesso à quadra esportiva vizinha à escola. O proprietário do terreno, Elcio José Guimarães, alega não ter recebido os aluguéis do ano passado. Por conta disso, construiu um muro que fecha a passagem entre a escola e a quadra. Outras escolas seguem com problemas estruturais ou, pior, funcionando em espaços como igrejas.

 

*Leia matéria completa na edição impressa da Folha dos Lagos desta sexta-feira.