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Escolas abandonas são um problema depois do outro

Escolas abandonas são um problema depois do outro

Governo comemora fim da greve, mas tem ‘pepinos’ para resolver

09 março 2016 - 10h04

O fim da greve dos profissionais da Educação, anunciado na noite de anteontem, não significa o reinício imediato das aulas em Cabo Frio. Agora, a Prefeitura terá até o início do mês que vem, quando é esperado que o ano letivo seja iniciado, para arrumar a casa e regularizar as escolas, que apresentam sérios problemas de infraestrutura e administrativos. Os piores casos são o da Patrícia Azevedo, no Jardim Esperança, onde a construção da nova sede ainda não foi concluída; e da Alfredo Castro, no Caiçara, que pena por problemas de higiene: há, no local, infestação de ratos, pombos e seus dejetos a ponto da sala de leitura precisar ser interditada e os livros, incinerados.

A Secretaria de Educação confirmou o retorno das aulas para o dia 6. Até lá, muito precisa ser feito na Alfredo Castro, que atende a boa parte de crianças e adolescentes de um dos bairros mais populosos da cidade. Um dos problemas é a infestação de ratos e pombos que se espalhou pela cidade nos três meses em que a unidade ficou fechada.

– Antes de começar a greve, vi um rato. Tentei resolver de uma maneira caseira para acabar com o problema. Quando voltamos, ontem, a escola estava numa situação de caos. A sala de leitura foi interditada e os livros precisarão ser incinerados. Inclusive estamos estudando os meios jurídicos para poder fazer isso. Alimentos que estavam na despensa foram destruídos pelos ratos, como arroz, leite e feijão – revelou o diretor Francisco de Matos, que convocou reunião com os professores para hoje e com pais de alunos para amanhã, para dar esclarecimentos sobre o estado do colégio.

Quando voltarem, as crianças também não terão acesso à quadra esportiva vizinha à escola. O proprietário do terreno, Elcio José Guimarães, alega não ter recebido os aluguéis do ano passado. Por conta disso, construiu um muro que fecha a passagem entre a escola e a quadra. Outras escolas seguem com problemas estruturais ou, pior, funcionando em espaços como igrejas.

 

*Leia matéria completa na edição impressa da Folha dos Lagos desta sexta-feira.