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enxame abelhas

Enxame de abelhas causa pânico nas Palmeiras, em Cabo Frio

Seis pessoas foram parar na UPA

28 setembro 2015 - 15h13

Um bizarro incidente levou pânico aos morado­res e clientes dos estabe­lecimentos que ficam na rua Porto Alegre, nas Pal­meiras, em Cabo Frio. Um ataque de abelhas levou pelo menos seis pessoas a serem atendidas na Unida­de de Pronto Atendimento (UPA) do Parque Burle. Um cachorro que foi pica­do pelos insetos não resis­tiu aos ferimentos e mor­reu. Não se sabe a origem do grande número de abe­lhas e de onde elas vieram.

Em virtude da confu­são, as lojas das redon­dezas chegaram a ser fe­chadas por um tempo até que houvesse condições de segurança para reabri-las. Quem chegava para trabalhar no turno da tar­de encontrou um cenário diferente do habitual e um clima de incerteza, mesmo que de forma bizarra.

– Cheguei aqui e encon­trei tudo fechado – disse Camila Furtado, funcioná­ria da padaria que fica no endereço ‘invadido’ pela multidão de insetos.

Segundo pessoas que acompanharam o desen­rolar de toda a história, o Corpo de Bombeiros foi logo chamado para cap­turar os insetos, mas, ain­da de acordo com elas, teria demorado cerca de uma hora para chegar ao local. Procurado, o co­mandante do 18º GBM, tenente-coronel Leonardo Couri informou que ainda se informaria sobre o fato mas que, de toda forma, a corporação é responsá­vel apenas pela captura de marimbondos. No caso de abelhas, a tarefa fica a car­go de apicultores. De toda a forma, ele disse que, na eventualidade de um pro­blema como o que aconte­ceu ontem nas Palmeiras, os Bombeiros redirecionam o pedido de ajuda para um apicultor, para que este sim possa se encarregar da remoção completa e segura.

– A melhor atitude é a preventiva. Evitar mexer e chamar os órgãos. Ao identificar uma colmeia, chamar um apicultor para removê-la. Mas nesse caso é preciso apurar porque geralmente as abelhas fi­cam paradas e não atacam. É preciso saber qual a ra­zão para o ataque, se al­guém mexeu – disse.