Assine Já
quarta, 24 de fevereiro de 2021
Região dos Lagos
30ºmax
21ºmin
Tropical
Tropical mobile
TEMPO REAL Confirmados: 25651 Óbitos: 897
Confirmados Óbitos
Araruama 6639 181
Armação dos Búzios 3173 32
Arraial do Cabo 844 36
Cabo Frio 7107 341
Iguaba Grande 2048 53
São Pedro da Aldeia 3465 126
Saquarema 2375 128
Últimas notícias sobre a COVID-19
Natal

Enquanto lojistas comemoram as vendas, os clientes reclamam dos preços

Natal bom para o comércio, mas caro para o consumidor

09 dezembro 2015 - 09h26

A pouco mais de uma quinzena para o Natal, lo­jistas começam a colher bons frutos de uma das principais datas do ano. Nem mesmo a crise eco­nômica e o atraso no pa­gamento dos servidores municipais são capazes de impedir o aumento da sa­ída de produtos natalinos na cidade.

Os comerciantes lem­bram que as vendas não deslancharam por com­pleto e que ainda deverão crescer com a proximida­de do dia 25.

Quem comemora a época, por exemplo, é o empresário Leonardo Co­rado, 25, que teve aumen­to no faturamento de sua loja, a Shopping 0,99, no Centro.

– Estamos vendendo bastante. O faturamento aumentou em até 200% com a chegada do Natal. Literalmente 200%. No geral, 80% dessas vendas são destinadas para enfei­tes de Natal, como boli­nhas, pisca pisca e outros. Todo ano aumenta bastan­te. Ainda está fraco com­parado a outros anos, mas está bom – comemora.

No mesmo otimismo está a vendedora da Carpel Festas, na Vila Nova, Geovana Alves, 38. Ela diz que o movimento está cada vez melhor na loja.

– Nessa época, os clientes sempre vêm com mais frequência. A crise não atrapalhou, pelo me­nos aqui. O movimento ainda não está no auge, mas está cada dia mais intenso. Os produtos que têm a maior saída por aqui são o pisca pisca e o ‘festão de Natal’. O pisca pisca mais barato custa R$ 8,50 e o festão vale R$ 4,60.

Apesar do bom fatu­ramento do comércio, o advogado Kauê Vattimo, 30, admite que as compras não estão baratas este ano.

– Achei os produtos bem caros. Precisei com­prar na promoção e, mes­mo assim, porque a árvore de Natal lá em casa tem 12 anos. Então é complicado. Além do mais, não deixo de comprar decoração de Natal. Todo ano compro algo novo. O empresário Douglas Queiroz, 31, pre­cisou reaproveitar alguns produtos. – Não compra­mos nada este ano. Usa­mos a mesma decoração do Natal passado – disse.