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entrevista

'É o fim de um modelo falido de vinte anos', afirma Cláudio Leitão

Pré-candidato do PSOL critica Alair, mas também culpa Marquinho

14 janeiro 2016 - 09h19
'É o fim de um modelo falido de vinte anos', afirma Cláudio Leitão

Cláudio Leitão não poupa farpas quando o assunto é a situação político-administrativa de Cabo Frio. Crítico contumaz da gestão Alair Corrêa (PP), Leitão também não livra a cara do seu principal adversário, o deputado Marquinho Mendes (PMDB). Em contundente entrevista à Folha (“Estou doido para que me processem, mas não vão fazer isso para não me dar asa”), o pré-candidato do PSOL à Prefeitura atribui a culpa da crise atual ao modelo de gestão dos dois últimos prefeitos. “É um modelo falido”, afirma ele.

– O que eles chamam de grupo, para mim é quadrilha. E como eles saquearam a cidade é uma quadrilha política – dispara.

Folha dos Lagos – Por que novamente se candidatar à Prefeitura e não à Câmara, como havia sido ventilado?
Cláudio Leitão –
Eu não sou candidato de mim, sou do partido, que não tem cacique. As pessoas se reúnem e tomam decisão baseada na análise do momento. E a avaliação é que como a eleição esse ano é mais curta, eu já tinha um capital político, embora não seja um grande capital. Para lançar um nome novo a gente iria ter maior dificuldade.

Folha – Em Cabo Frio é costume que sejam lançadas várias pré-candidaturas, que acabam não se confirmando e apoiando outros candidatos. Você acredita em todas essas que já foram ventiladas pela cidade até agora?
Leitão –
Acho que nem eu e nem a população acredita. Acho que teremos, no máximo, quatro candidaturas. Talvez três, mas, no máximo, quatro. Mesmo assim, Alair e Marquinho ainda vão ter que passar pelo crivo da Justiça, que este ano está muito mais rigorosa, pois têm problemas e participaram das últimas Brancoeleições com liminares.

* Leia entrevista completa na edição impressa da Folha desta quinta-feira (14).