Assine Já
quinta, 26 de novembro de 2020
Região dos Lagos
29ºmax
19ºmin
Mercado Tropical
Mercado Tropical Mobile
TEMPO REAL Confirmados: 11737 Óbitos: 538
Confirmados Óbitos
Araruama 2347 117
Armação dos Búzios 1060 16
Arraial do Cabo 364 16
Cabo Frio 3625 181
Iguaba Grande 1069 40
São Pedro da Aldeia 1801 76
Saquarema 1471 92
Últimas notícias sobre a COVID-19
entrevista

'É o fim de um modelo falido de vinte anos', afirma Cláudio Leitão

Pré-candidato do PSOL critica Alair, mas também culpa Marquinho

14 janeiro 2016 - 09h19
'É o fim de um modelo falido de vinte anos', afirma Cláudio Leitão

Cláudio Leitão não poupa farpas quando o assunto é a situação político-administrativa de Cabo Frio. Crítico contumaz da gestão Alair Corrêa (PP), Leitão também não livra a cara do seu principal adversário, o deputado Marquinho Mendes (PMDB). Em contundente entrevista à Folha (“Estou doido para que me processem, mas não vão fazer isso para não me dar asa”), o pré-candidato do PSOL à Prefeitura atribui a culpa da crise atual ao modelo de gestão dos dois últimos prefeitos. “É um modelo falido”, afirma ele.

– O que eles chamam de grupo, para mim é quadrilha. E como eles saquearam a cidade é uma quadrilha política – dispara.

Folha dos Lagos – Por que novamente se candidatar à Prefeitura e não à Câmara, como havia sido ventilado?
Cláudio Leitão –
Eu não sou candidato de mim, sou do partido, que não tem cacique. As pessoas se reúnem e tomam decisão baseada na análise do momento. E a avaliação é que como a eleição esse ano é mais curta, eu já tinha um capital político, embora não seja um grande capital. Para lançar um nome novo a gente iria ter maior dificuldade.

Folha – Em Cabo Frio é costume que sejam lançadas várias pré-candidaturas, que acabam não se confirmando e apoiando outros candidatos. Você acredita em todas essas que já foram ventiladas pela cidade até agora?
Leitão –
Acho que nem eu e nem a população acredita. Acho que teremos, no máximo, quatro candidaturas. Talvez três, mas, no máximo, quatro. Mesmo assim, Alair e Marquinho ainda vão ter que passar pelo crivo da Justiça, que este ano está muito mais rigorosa, pois têm problemas e participaram das últimas Brancoeleições com liminares.

* Leia entrevista completa na edição impressa da Folha desta quinta-feira (14).