Assine Já
quinta, 21 de outubro de 2021
Região dos Lagos
20ºmax
15ºmin
TEMPO REAL Confirmados: 52262 Óbitos: 2141
Confirmados Óbitos
Araruama 12321 438
Armação dos Búzios 6516 72
Arraial do Cabo 1720 92
Cabo Frio 14721 876
Iguaba Grande 5469 140
São Pedro da Aldeia 6984 288
Saquarema 4531 235
Últimas notícias sobre a COVID-19
Geral

Dólar sobe para R$ 5,24 e fecha no maior valor em três semanas

Bolsa fechou praticamente estável, após subir à tarde

09 agosto 2021 - 21h30Por Redação
Dólar sobe para R$ 5,24 e fecha no maior valor em três semanas

Num dia marcado pela volatilidade, o dólar alternou altas e baixas, mas firmou o movimento de valorização no fim da tarde e encerrou no maior valor em três semanas. A bolsa de valores chegou a subir diversas vezes ao longo do dia, mas desacelerou perto do fim da sessão e fechou praticamente estável.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (9) vendido a R$ 5,247, com alta de R$ 0,011 (+0,21%). A cotação iniciou o dia em forte alta, chegando a R$ 5,30 na máxima do dia, por volta das 12h. Em seguida, passou a cair, atingindo R$ 5,21 por volta das 15h. A queda, no entanto, perdeu força e a divisa fechou em leve alta.

A moeda norte-americana está no maior nível desde 19 de julho, quando tinha fechado vendida a R$ 5,251. A divisa acumula alta de 0,7% em agosto e de 1,13% em 2021.

O mercado de ações também teve um dia com oscilações. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 123.019 pontos, com alta de 0,17%. O indicador chegou a cair 0,42% na mínima do dia, às 11h55. Durante a tarde, subiu 0,6% por volta das 15h, mas perdeu força perto do fim da sessão.

Tanto fatores internos como externos afetaram as negociações. No Brasil, a apresentação da medida provisória do programa social que pretende substituir o Bolsa Família e as expectativas em torno do envio da proposta de emenda à Constituição (PEC) que parcela os precatórios (dívidas do governo reconhecidas definitivamente pela Justiça) criaram turbulências no mercado.

A situação melhorou no início da tarde, quando o ministro da Cidadania, João Roma, disse que o novo programa social respeitará o teto de gastos. A trégua, no entanto, durou pouco, após novas tensões no mercado internacional.

Um integrante do Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) declarou que a inflação norte-americana deverá encerrar o ano no teto da meta de 2% e que o órgão agora olha apenas para o ritmo de criação de empregos no país. A afirmação aumentou as expectativas de que a autoridade monetária norte-americana deverá começar a retirar os estímulos concedidos durante a pandemia de covid-19 antes do previsto.

Descubra por que a Folha dos Lagos escreveu com credibilidade seus 30 anos de história. Assine o jornal e receba nossas edições em casa.

Assine Já*Com a assinatura, você também tem acesso à área restrita no site.