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doenças respiratórias

​Doenças respiratórias infantis aumentam 80% em Cabo Frio

Baixa umidade do ar e queda de temperatura facilitam a contaminação por vírus e bactérias

16 junho 2015 - 08h41
​Doenças respiratórias infantis aumentam 80% em Cabo Frio

ROSANA RODRIGUES

A temperatura começa a dar sinais de que o inverno está próximo. Com ele, uma série de doenças, que geralmente aumentam a sinfonia de espirros e o consumo de lenços de papel – e que também podem trazer complicações mais graves. Na UPA do Parque Burle, em Cabo Frio, nos últimos meses, as ocorrências de enfermidades como gripe, resfriado, amidalite e dor de ouvido aumentaram em 40% de março a abril de 2014. Porém, para algumas pessoas, é preciso enfrentar outras manifestações que se agravam durante o inverno. É o caso da asma, pneumonia, bronquite e sinusite, onde este número é quase 80% maior que o mesmo período do ano passado. Durante o trimestre do ano passado, foram registrados 260 casos de pessoas com sinusite. Este ano, no mesmo intervalo, o número de atendimentos subiu para 467.

Com a chegada do outono e da estação mais fria do ano, a umidade fica mais baixa, dificultando a filtração do ar pelas narinas, o que favorece a contaminação por vírus e bactérias. O clima seco e mudanças bruscas de temperatura colaboram para que estas enfermidades se espalhem rapidamente. E para alguns pacientes é preciso enfrentar ainda outras manifestações que se agravam durante o inverno. É o caso da asma, pneumonia, bronquite e sinusite.

Além disso, a queda da temperatura diminui a proteção natural do corpo e faz com que as pessoas se aglomerem em ambientes fechados, o que gera ainda a transmissão dos microrganismos.

– Se tratadas adequadamente, essas doenças não têm maior gravidade, embora tragam grande desconforto. Mas, quando se complicam, podem trazer problemas graves. Por isso, é fundamental conhecer suas diferenças e ficar de olhos nos sintomas – diz a pediatra Gabriela Magalhães.

De acordo com a especialista, que coordena a pediatria da unidade, a hipersensibilidade do organismo a algumas substâncias desencadeia reações alérgicas como, por exemplo, os intermináveis espirros e coceira na região nasal. A poeira, ácaros, fungos, pelos de animais, além da fumaça de cigarro são alguns dos agentes irritantes mais comuns.

As doenças de inverno mais comuns são as que atingem a garganta e o aparelho respiratório. Seus alvos preferidos são as vias respiratórias superiores (o nariz), a garganta, os ouvidos e os pulmões.

 

*Matéria completa na edição impressa desta terça-feira.