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Alair

Depois do governo do estado, prefeito de Cabo Frio admite parcelar salários

Em postagem no Facebook, Alair Corrêa afirma que queda na arrecadação pode levar à medida

15 junho 2016 - 10h35Por Redação

Depois do anúncio do governo do estado de que poderia parcelar os vencimentos de maio dos servidores ativos e inativos, foi a vez do prefeito de Cabo Frio, Alair Corrêa, levantar a mesma possibilidade. Em postagem no seu perfil no Facebook na manhã desta quarta-feira (15), Alair afirmou que pode tomar a medida por causa na queda da arrecadação do município com royalties e ICMS. Vale lembrar que o décimo terceiro salário referente a 2015 também foi fracionado e com duas cotas em atraso. Confira abaixo a íntegra da postagem:

"Poderemos precisar adotar a mesma decisão do Estado e parcelar os salários dos nossos servidores! O Governo Estadual mesmo tendo conseguido EMPRÉSTIMO de de R$ 13.000.000.000.00 TREZE BILHÕES DE REAIS, não tem conseguido pagar a folha de pessoal no vencimento, agora começou a pagar em duas ou mais parcelas dependendo da sua arrecadação! Como nossas receitas mais representativas o ÍCMS e ROYALTS vem dos Governos e ESTADUAL e FEDERAL, se eles arrecadam menos, transferem a nossa Cidade também menos ! Isso nos levou a essa enorme dificuldade que estamos tendo para administrar, é possível então que já nesse mês parcelemos os salários dos servidores de Cabo Frio, o que decidiremos nas próximas horas!"

Prefeito reforça que pagará primeiro aos que não aderiram à greve

Horas depois da primeira postagem, o prefeito novamente se manifestou pela rede social, desta vez para reafirmar que a prioridade no pagamento dos salários será aos servidores que não participam da greve da Educação, da Saúde e de outros segmentos do funcionalismo. No texto, Alair se baseia em decisão da Justiça do Rio de cortar o ponto de professores da rede estadual de ensino, cuja paralisação já dura mais de três meses. 

"Em comunicado publicado na manhã de segunda feira, 13, avisamos que começaremos o pagamento salarial pelos servidores que TRABALHAM, para em seguida pagar aos que não estão trabalhando. A direção de POLÍTICOS do SEPE esbravejou. Houve até quem dissesse ser crime ou assédio. Observem que falei: "PRIMEIRO OS QUE TRABALHAM. DEPOIS OS QUE NÃO TRABALHAM". Agora veja a decisão da JUSTIÇA em relação aos que não trabalham no Estado, onde sentenciou: "NÃO PAGUE O SALÁRIO DE QUEM NÃO TRABALHOU", afirmou. 

Leia a cobertura completa na edição desta quinta-feira da Folha dos Lagos.