Assine Já
sexta, 25 de setembro de 2020
Região dos Lagos
27ºmax
18ºmin
Mercado Tropical
Mercado Tropical Mobile
TEMPO REAL Confirmados: 8076 Óbitos: 418
Confirmados Óbitos
Araruama 1625 102
Armação dos Búzios 483 10
Arraial do Cabo 242 15
Cabo Frio 2555 140
Iguaba Grande 671 36
São Pedro da Aldeia 1323 51
Saquarema 1177 64
Últimas notícias sobre a COVID-19
antecipação royalties

Depois de Cabo Frio, ​Arraial busca socorro financeiro

Antecipação dos royalties é vista como solução para alívio dos cofres cabistas

08 julho 2015 - 09h02

RODRIGO BRANCO

 

Assim como já tinha acontecido há algumas semanas na vizinha Cabo Frio, e noticiado pela Folha, Arraial do Cabo está de olho nas consequências e possíveis benefícios da proposta que altera aprovada pelo Senado, de autoria dos senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Rose de Frei- tas (PMDB-ES), que permite ao município tomar empréstimo junto ao mercado financeiro, a fim de repor as perdas na arrecadação dos royalties do petróleo, dando como garantia futuras cotas do recurso.

Para tanto, o prefeito Wanderson Cardoso de Brito, o Andinho (PMDB) já conta com o aval dos vereadores, depois que mensagem enviada pelo Executivo foi aprovada por sete votos a dois no plenário da Câmara, na última semana. O valor do repasse ainda não está definido, mas segundo o líder do Governo no Legislativo, Fabrício Vargas (PMDB), ele deve ficar entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões, o que corresponderia ao montante que deixou de entrar nos cofres cabistas desde que a crise financeira se estabeleceu.

De acordo com o projeto do senador fluminense, que altera a Resolução 43/2011, o cálculo das perdas será feito pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e levará em conta a média aritmética das cotas recebidas nos anos de 2013 e 2014, além de uma projeção referente aos repasses deste ano e de 2016. As condições e prazos de pagamento serão negociados pela Prefeitura junto aos credores.

Para Fabrício Vargas, o fato de o pagamento ser feito por meio de descontos em parcelas futuras, ainda que sem a garantia de que a crise no mercado internacional de petróleo acabe, daria segurança à operação.

– É como se fosse um empréstimo consignado, com o valor do empréstimo sendo descontado em suaves prestações, somente a partir de 2017, quando acredito que os repasses dos royalties já deverão estar normalizados – disse.

 

*Leia a matéria completa na edição impressa da Folha dos Lagos desta quarta-feira.