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Delegada não descarta possibilidade de solicitar exumação do corpo de Natana Sanches

Resultado do laudo cadavérico poderá ajudar em outra linha de investigação

06 janeiro 2015 - 12h18Por Rosana Rodrigues|Foto: Blog Repórter Eduander Silva
Delegada não descarta possibilidade de solicitar exumação do corpo de Natana Sanches

A titular da 126ª DP (Cabo Frio), delegada Flavia Monteiro, pretende recorrer à exumação do corpo de Natana Sanches, morta no dia 1º de janeiro no Dormitório das Garças, a fim de investigar a possibilidade de homicídio, já que o local é de difícil acesso para o tráfego de motocicletas. A perícia técnica teria constatado que a vítima, que era editora de imagens da Rede InterTV Alto Litoral, teria constatado que o caso tratava-se de um acidente que resultou em afogamento. A delegada aguarda o resultado do laudo cadavérico do Instituto Médico Legal, que deverá ser divulgado na quinta-feira (8), para reunir mais informações sobre a morte.

Flávia Monteiro, que esteve no local da morte da jovem na tarde de segunda (5) juntamente com uma equipe do Núcleo de Investigação de Homicídio (NIH) da Região dos Lagos, observa que ainda que o relatório informe que o crime possa ter sido resultado de um acidente, é necessário levantar outras possibilidades sobre a morte.

- O local é uma área deserta, com um deck que apresenta falhas e aberturas entre as placas de madeira, o que praticamente inviabiliza o trânsito de motocicleta e faz com que uma pessoa não tenha condição de chegar sozinha ao local, o que reforça ainda mais a minha tese – ressaltou a delegada.

De acordo com a titular, a família também não descarta a possibilidade de homicídio e afirma que já tem um suspeito e que está se dedicando ao caso para elucidá-lo o mais rapidamente possível.

- Caso cheguemos à conclusão de que não foi acidente e as provas que constam no inquérito não cheguem elucidem a autoria da morte, podemos solicitar à Justiça, a exumação do corpo da jovem – disse Flávia Monteiro de Barros.