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CABO FRIO

Decreto de desapropriação da área para Polo de Desenvolvimento de Cabo Frio é publicado

São dois terrenos, que juntos têm quase dois milhões de metros quadrados

04 dezembro 2019 - 20h09Por Redação
Decreto de desapropriação da área para Polo de Desenvolvimento de Cabo Frio é publicado

A Prefeitura de Cabo Frio publicou, ontem (4), um decreto de desapropriação das áreas que vão abrigar o Polo de Desenvolvimento Econômico. A divulgação foi no jornal de publicações oficiais do município. Os dois terrenos têm quase dois milhões de metros quadrados, localizados próximo ao aeroporto da cidade.

As áreas pertencem à Companhia Nacional de Álcalis S/A (1.197.287,00 m²) e ao Empreendimento Imobiliário LTDA (495.281,90 m²), somando um total de 1.692.568,9 m². O documento de desapropriação dos terrenos foi assinado pelo prefeito Dr. Adriano Moreno, no início de novembro, durante o lançamento do Mapa de Desenvolvimento da Cidade, elaborado em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

O Mapa propõe medidas para o avanço no ambiente de negócios e a retomada do crescimento econômico do município com a criação do Polo de Desenvolvimento da Cidade. O local desapropriado terá três setores: logística, indústria sustentável e inovação tecnológica. A expectativa do governo municipal é atrair novas empresas e movimentar a economia da cidade.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Matheus Mônica, “o polo, além do setor logístico e da atração de indústrias, poderá receber o setor de inovação tecnológica, iniciativas voltadas para o aproveitamento das oportunidades do setor de óleo e gás em toda a Região dos Lagos e no Norte Fluminense, para as quais Cabo Frio tem localização privilegiada”, destacou.

Ainda de acordo com o secretário, “em termos econômicos os benefícios serão maior geração de renda, aumento da receita da Prefeitura e representatividade da cidade no cenário Estadual. Com este projeto haverá uma mudança do perfil da origem de receitas do município. Cabo Frio iniciará o processo para deixar de ser dependente dos royalties. Nossa cidade deixará de ficar exposta ao mercado do petróleo”, finalizou.

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