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Comunidade

Comunidade escolar do Rui faz protesto contra decisão

Direção do colégio acusa secretaria de não entregar números

29 março 2017 - 07h53
Comunidade escolar do Rui faz protesto contra decisão

A comunidade escolar do Rui Barbosa decidiu protestar nesta tarde em frente à Secretaria de Educação. Os manifestantes temem que a redução prometida pela Prefeitura seja feita em cima do número de turmas abertas no primeiro ano em 2016, que foram oito, e pedem que o corte leve em conta o número médio de turmas nos outros anos, que é dez. Segundo eles, a Secretaria de Educação, no entanto, não deu nenhuma resposta até o início da plenária. A partir das 14h, em protesto, eles se concentram na porta do colégio e marcham até a porta da Secretaria, no Centro.
A diretoria do Rui Barbosa havia marcado a plenária justamente porque esperava os dados da Secretaria de Educação. Os manifestantes garantem que aceitam, no mínimo, seis turmas abertas.

 – O histórico do Rui Barbo­sa sempre foi de ter 10 turmas de primeiro ano. Não sabemos se eles vão calcular em cima desse núme­ro. Não podemos aceitar a proposta. Trabalho há 25 anos na Prefeitura e nunca fui tratada com tanta falta de respeito – desabafa a diretora Már­cia Marques.

A professora Denize Alvarenga acusa a Secretaria de Educação de não dar nenhuma satisfação sobre os números da estadualização.

– É uma falta de respeito com a comunidade escolar e com os alu­nos e responsáveis, que comparece­ram na plenária. Olha que fiz conta­to, tentei falar, mandei mensagem, mas fui desconsiderada – critica.

Um dos mais indignados era o professor de História José Américo, o Babade, que pede mais atenção aos estudantes.

– O verbo que eles conjugam, durante a campanha, para falar so­bre Educação é investir. Quando assumem o poder, a Educação vira custo. Aquela frase é certa: fecha-se escola e abre-se presídio – dispara.

Já o vice-diretor, Carlos Antônio Araújo, não vê vontade política por parte do governo.

– Eles (governo) estão nos co­zinhando. Não aceitei acordo ne­nhum. Ninguém nos dá satisfação.

A Folha tentou entrar em conta­to com a Prefeitura, mas as ligações não foram atendidas.