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Caixa

Clientes reclamam de porta giratória e transtornos continuam em Cabo Frio

Dez dias após o incidente com correntista, quase nada mudou em agência da Caixa

25 setembro 2015 - 10h00

GABRIEL TINOCO

Não faz muito tempo que a servi­dora Maria Conceição Santos Silva, 53, precisou ficar apenas de calci­nha e sutiã para passar pelo detector metálico na Caixa Econômica. Dez dias após o escandaloso caso, as re­clamações e constrangimentos de clientes são recorrentes na agência da Avenida Assunção, no centro da cidade. As confusões entre corren­tistas barrados na porta de segurança e funcionários continuam no banco.

Um armário foi instalado para ajudar a guardar objetos detecta­dos pela porta metálica. A gerência do banco disse que o pedido havia sido solicitado antes do caso de Ma­ria Conceição da Silva, em março passado. Os funcionários ouviam frequentemente piadas de mulheres que ‘ameaçavam’ tirar a roupa.

Uma das mais indignadas com o sistema de segurança era a dentista Angélica Fonseca, 38. Ela não tinha como botar a bolsa no armário.

– É necessário ter uma moeda de R$ 1 para abrir o armário. Eu não ti­nha. O banco teve que providenciar uma moeda. É um constrangimento enorme. Tive medo de perder posi­ção na fila.

A autônoma Tamires Teixeira, 27, precisou tirar vários objetos da mo­chila da filha.

– Precisei recolher roupas da mo­chila da minha filha. Saí com tudo em mãos. Isso foi uma humilhação para mim – finaliza.