Assine Já
segunda, 20 de setembro de 2021
Região dos Lagos
26ºmax
20ºmin
TEMPO REAL Confirmados: 50892 Óbitos: 2066
Confirmados Óbitos
Araruama 12158 430
Armação dos Búzios 6211 64
Arraial do Cabo 1680 90
Cabo Frio 14098 828
Iguaba Grande 5364 134
São Pedro da Aldeia 6850 285
Saquarema 4531 235
Últimas notícias sobre a COVID-19
Caixa

Clientes reclamam de porta giratória e transtornos continuam em Cabo Frio

Dez dias após o incidente com correntista, quase nada mudou em agência da Caixa

25 setembro 2015 - 10h00

GABRIEL TINOCO

Não faz muito tempo que a servi­dora Maria Conceição Santos Silva, 53, precisou ficar apenas de calci­nha e sutiã para passar pelo detector metálico na Caixa Econômica. Dez dias após o escandaloso caso, as re­clamações e constrangimentos de clientes são recorrentes na agência da Avenida Assunção, no centro da cidade. As confusões entre corren­tistas barrados na porta de segurança e funcionários continuam no banco.

Um armário foi instalado para ajudar a guardar objetos detecta­dos pela porta metálica. A gerência do banco disse que o pedido havia sido solicitado antes do caso de Ma­ria Conceição da Silva, em março passado. Os funcionários ouviam frequentemente piadas de mulheres que ‘ameaçavam’ tirar a roupa.

Uma das mais indignadas com o sistema de segurança era a dentista Angélica Fonseca, 38. Ela não tinha como botar a bolsa no armário.

– É necessário ter uma moeda de R$ 1 para abrir o armário. Eu não ti­nha. O banco teve que providenciar uma moeda. É um constrangimento enorme. Tive medo de perder posi­ção na fila.

A autônoma Tamires Teixeira, 27, precisou tirar vários objetos da mo­chila da filha.

– Precisei recolher roupas da mo­chila da minha filha. Saí com tudo em mãos. Isso foi uma humilhação para mim – finaliza.