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Cidade Viva debate melhorias para os serviços públicos de Cabo Frio

Folha foi às ruas e ouviu moradores, que reclamaram da sujeira pelas ruas do município

27 setembro 2016 - 14h06
Cidade Viva debate melhorias para os serviços públicos de Cabo Frio

O projeto Cidade Viva, organizado pela Folha, traz o debate das melhorias dos serviços públicos de Cabo Frio – o fórum acontece na manhã desta quarta-feira (28), na sede do jornal, pontualmente às 10h. O evento é realizado em parceria com Madeireira Ita, Prolagos e Associação Comercial (Acia) de Cabo Frio. No projeto, já foram debatidos temas como segurança pública e turismo.

Na onda do Cidade Viva, a Folha foi às ruas e ouviu primeiramente os anseios da população para melhorar o setor na cidade. Os moradores foram lacônicos: a primeira necessidade é a limpeza urbana. Eles reclamaram da falta de coleta e das lixeiras quebradas como principal causa da sujeira no município.

A garçonete Priscilla Araújo, 29, vê o lixo acumulado pelas ruas com certa freqüência, principalmente nas áreas periféricas.

–  A limpeza urbana está precária. Fazia tempo em que Cabo Frio não ficava desse jeito. Vejo lixo acumulado nas esquinas e estou falando do centro da cidade. Se no Centro a situação está assim, na periferia a situação está absurda. Também falta estrutura. A questão da acessibilidade está muito ruim. Os portadores de deficiência têm dificuldade para passar nas calçadas, que estão cheias de buracos – comentou.

O vigilante Alexandre dos Santos, 50, também questionou a falta de limpeza e acessibilidade.

– Falta limpeza e saneamento básico. Os bairros daqui estão imundos. Também há pouca acessibilidade. Os cadeirantes não conseguem passar pelas ruas.

O taxista Marcos da Silva, 62, reclama de reparos para as lixeiras da cidade – inclusive o de uma no ponto de táxi na Avenida Assunção, em frente à Branca.

– Está tudo ruim, mas a sujeira é o pior problema. A lixeira está caindo de tanta sujeira. Ninguém tira o lixo e nem a lixeira para reforma. Então, ela fica dessa maneira, transbordando durante dias – critica.

O zelador Paulo Roberto Souza, 51, está incomodado com a falta de freqüência da coleta pelas ruas da cidade.

–  A limpeza está horrível, falta até saco de lixo. Por onde ando, há lixo acumulado. Esse lixo aqui na Praça Porto Rocha (aponta para o poste) está aqui desde ontem, por exemplo –  afirma.