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Meio ambiente

Causa de mancha na Bacia de Campos ainda indefinida

Ibama realiza estudos para identificar o que causou o problema

03 fevereiro 2016 - 09h45
Causa de mancha na Bacia de Campos ainda indefinida

Após o aparecimento da mancha de 22 quilômetros pela extensão da Bacia de Campos – a maior produtora de petróleo do país –, o principal órgão fiscalizador do meio-ambiente ainda não sabe a causa. Através de nota, o Ibama explicou que a origem permanece misteriosa, mas está sendo estudada para tomar as providências necessárias. O órgão ainda informou que não há uma previsão para descobrir a causa e nem o impacto ambiental.

A Folha tentou também entrar em contato com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), mas as ligações não foram atendidas.
De acordo com o comunicado, o Ibama pediu reforço à Marinha e à Agência Nacional do Petróleo (ANP), participantes do Grupo de Acompanhamento e Avaliação do Plano Nacional de Contingência (PNC), para averiguar a mancha com aproximadamente 22 quilômetros na Bacia de Campos.
A última imagem registrada pelo satélite Sentinel 1-A não foi capaz de reconhecer a causa do aparecimento da mancha, com aproximadamente 15 quilômetros de extensão e três de largura.

No sábado passado, o órgão contatou setores de emergência das plataformas próximas ao local para informar qualquer irregularidade em suas estruturas. Todas as empresas afirmaram que não havia um problema sequer com as plataformas, mas, ainda assim, ofereceram equipes para ajudar na vistoria do local. Não há registros de vazamento de óleo até o atual momento.

O órgão informa que qualquer incidente relacionado ao vazamento de óleo deve ser comunicado imediatamente ao Ibama através do Sistema Nacional de Emergências Ambientais (Siema). O Grupo de Acompanhamento e Avaliação fez sobrevoo em helicóptero da Marinha na manhã de ontem para identificar a origem da mancha.