Assine Já
sábado, 19 de setembro de 2020
Região dos Lagos
31ºmax
19ºmin
Mercado Tropical
Mercado Tropical Mobile
TEMPO REAL Confirmados: 7728 Óbitos: 407
Confirmados Óbitos
Araruama 1514 100
Armação dos Búzios 468 10
Arraial do Cabo 215 13
Cabo Frio 2528 136
Iguaba Grande 640 34
São Pedro da Aldeia 1213 50
Saquarema 1150 64
Últimas notícias sobre a COVID-19
caso anasa e priscila

Caso Anansa e Priscila: Familiares fazem carreata

Protesto segue até a Deam; defesa realiza diligências para provar inocência

26 junho 2015 - 09h02

NICIA CARVALHO

Indignados com a falta de investigação sobre as acusações sofridas por Anansa Gonçalves, 35, e Priscila Monteiro, 32, familiares e amigos promovem passeata com carreata amanhã, 14 horas, no Jardim Esperança. O protesto parte da porta da Igreja Metodista do bairro e segue em carreata até a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam). O motivo é a falta de investigação sobre as alegações da suposta vítima, Raquel Marinho, 35.

– Vamos exigir que as acusações da vítima sejam apuradas. A família vê falhas na acusação. Até agora ela não veio a público explicar como o fato ocorreu: tinha testemunha? Como aconteceu? Aonde? Só se sabe que ela estava chorando ao lado do carro, não tem explicações – questionou o pastor Herlon Romão, líder há 17 anos da Igreja Metodista do bairro.

A advogada das acusadas, Camila Mendes, por sua vez, informou que vai realizar diligências para provar a inocência das duas mulheres e que aguarda a qualquer momento decisão do tribunal sobre o pedido de habeas corpus, solicitado no início desta semana. Além disso, pressiona a Vivo, operadora de telefonia móvel, a apresentar o histórico de ligações no qual a vítima se ampara para corroborar a verão dela sobre o caso.

– Acredito que até o fim da semana saia decisão sobre a liminar de soltura. Minhas clientes negam a acusação e vamos realizar algumas ações para comprovar a inocência delas. Além disso, queremos o registro telefônico porque a vítima sustenta sua versão desta forma – explicou a advogada.

Moradoras do Jardim Esperança, Anansa e Priscila foram transferidas da Delegacia de Arraial do Cabo para o Complexo Penitenciário de Gericinó, Bangu 8, no início desta semana. O motivo foi o pedido de prisão temporária, de 30 dias, feito pela titular da Delegacia da Mulher , delegada Cláudia Faissal.

*Leia a matéria completa na edição impressa da Folha dos Lagos desta sexta. 

Saiba Mais:

Delegada afirma que prisão de Anansa e Priscila é legal