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Gincanas escolares estimulam doações e lotam Hemolagos

Banco de sangue cabofriense registra 30 doações na manhã desta quinta-feira (3)

04 agosto 2017 - 10h04Por Texto e foto: Gabriel Tinoco
Gincanas escolares estimulam doações e lotam Hemolagos

A solidariedade lotou a sala da Hemolagos, na Rua Barão do Rio Branco, no centro de Cabo Frio, na manhã de ontem. O banco de sangue ganhou 30 coletas – a maioria delas feitas por alunos dos colégios Sagrado, Rui Barbosa, em Cabo Frio, e Disneylândia, em São Pedro –, o dobro da média registrada nos dias normais. Na volta às aulas, as escolas promoveram campeonatos que exigiram doações a estudantes, professores pais e até mesmo ex-alunos.

Para se ter ideia, o banco teve menos atendimentos no Dia Mundial do Doador de Sangue: 27. Mas o maior movimento se deu anteontem: o banco ganhou 62 doações devido ao atropelamento de Daniel Corrêa, 18, por um ônibus na Rodoviária de São Pedro. O jovem, infelizmente, não resistiu. Uma das colaboradoras era a professora de inglês do Sagrado, Francidea Freitas, 50, que comemorou a iniciativa da 23ª Olimpíada do colégio franciscano.

– Tiveram a ideia de colocar a doação de sangue como uma tarefa de desempate. Essa é uma ideia ótima. O sangue pode salvar vidas – comenta.

A ex-aluna do Sagrado e atualmente universitária, Júlia Hambrich, 19, também entrou no espírito da solidariedade. O convite da irmã foi aceito de bom grado.

– A bandeira que tiver mais doações, ganha 10 pontos extras. É uma iniciativa bem legal. Às vezes, as pessoas acabam esquecendo, mas, como tem a escola para lembrar de doar, podemos vir com mais frequência – diz a estudante.

A Gincana do Disneylândia também foi responsável pela vinda de um grupo de alunas lá de São Pedro ao Hemolagos. A secretária da escola, Juliana Barros, 36, acompanhou as meninas e se demonstrava satisfeita com a ação.

– Coloquei isso (doação de sangue) no regulamento da gincana justamente para incentivar pais e alunos. O Hemolagos é um centro que precisa dessas doações. Portanto, os maiores objetivos são ajudar a quem precisa e divulgar o ato de doar – afirma Juliana, doadora há nove anos.

A estudante Amanda Meirelles, 17, não escondia a felicidade em sua primeira doação.

– A gente sempre quis, mas nunca teve um estímulo tão grande. É um incentivo para voltar outras vezes – explica.