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SAÚDE PÚBLICA

Cabo Frio mantém baixo risco de infestação pelo mosquito Aedes aegypti, aponta relatório

Segundo a Vigilância em Saúde, índice é de 0,6%, taxa menor que a do levantamento anterior

15 outubro 2020 - 14h56Por Redação

O resultado do 2º ciclo do Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) aponta que Cabo Frio teve índice de 0,6%, percentual considerado de baixo risco de infestação, segundo as diretrizes do Ministério da Saúde. A taxa é menor que a da pesquisa anterior, que foi de 0,8%. Ao todo foram visitados 7.079 imóveis, quase 200 a mais do que a previsão inicial. Do total, somente 52 indicaram foco do vetor. A ação foi realizada de 27 setembro a 3 de outubro pela Coordenadoria-Geral de Vigilância em Saúde Ambiental.  
 
No primeiro LIRAa, as equipes da Coordenadoria visitaram 6.993 imóveis, entre os dias 3 e 7 de fevereiro, dos quais somente 25 apontaram foco do mosquito. O relatório é responsável por identificar o grau de risco de infestação do Aedes, que é o transmissor de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Ele analisa, por meio de estudos estatísticos e probabilidade, a possibilidade de proliferação do mosquito e, consequentemente, de uma epidemia, além de orientar nas medidas de prevenção e de combate ao vetor. 
 
Pelas normas do Ministério da Saúde o ideal é que o índice de infestação predial do mosquito esteja abaixo de 1% para ser considerado satisfatório. Se a taxa estiver entre 1% e 3,9% é considerado estado de alerta e percentual acima de 3,9% o órgão federal classifica como risco de surto das doenças transmitidas pelo Aedes.

Em geral são realizados quatro ciclos anuais do LIRAa, mas por conta da pandemia do coronavírus, a elaboração do documento havia sido suspensa pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES/RJ). Importante destacar que o combate ao mosquito deve ser feito diariamente pela população e que o controle das doenças inicia dentro de cada residência, evitando deixar recipientes que possam acumular água e que permitam a reprodução do Aedes.
   
Os principais pontos favoráveis à proliferação ao vetor são o lixo residencial dispensado de forma não apropriada e em locais inadequados, fossas mal cuidadas, recipientes passíveis de acumular água, como pneus, tampinhas de refrigentes vasilhas de água e comida de animais de estimação, vasos de plantas entre outros. Além disso, o lixo produzido diariamente nas residências é heterogêneo formado por papel, metais, plásticos, vidros e restos de alimentos (matéria orgânica), o que requer atenção de cada cidadão na hora do descarte.

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