Assine Já
domingo, 05 de dezembro de 2021
Região dos Lagos
28ºmax
19ºmin
TEMPO REAL Confirmados: 53720 Óbitos: 2188
Confirmados Óbitos
Araruama 12500 448
Armação dos Búzios 6584 73
Arraial do Cabo 1754 93
Cabo Frio 15618 902
Iguaba Grande 5572 147
São Pedro da Aldeia 7051 290
Saquarema 4641 235
Últimas notícias sobre a COVID-19
LUTO

Cabo Frio chora a perda de Leila Carriço e Elizabeth Marge

Mortes deixam cidade em luto; enterro de Elizabeth será nesta quinta (12), no Rio de Janeiro

11 dezembro 2019 - 20h32Por Redação
Cabo Frio chora a perda de Leila Carriço e Elizabeth Marge

Cabo Frio está de luto com a perda de duas mulheres conhecidas na cidade: a servidora pública Leila Carriço e a militante de direitos humanos Elizabeth Marge. Elas morreram na noite de terça-feira (10) . Leila foi enterrada hoje no Cemitério Santa Izabel, em Cabo Frio, e Elizabeth será enterrada nesta quinta (12) no Cemitério São Francisco Xavier, no Rio.

A Prefeitura de Cabo Frio decretou luto de três dias pela morte de Leila, que era funcionária pública municipal. Ela tinha 56 anos e foi internada às pressas na noite de terça com quadro de pneumonia. Teve duas paradas cardíacas e não resistiu. 

Foi a segunda perda da família Carriço em menos de dois meses. Em 16 de outubro, Ercília Carriço, moradora de Arraial do Cabo, morreu aos 72 anos. No mês seguinte a Câmara Municipal aprovou projeto de lei que rebatiza a rua onde morava, atualmente chamada José Cipriano, com o nome da filha do poeta Victorino Carriço.

Elizabeth Marge – Incansável defensora dos direitos da pessoa com deficiência, Elizabeth Marge enfrentou problemas de saúde e passou por três cirurgias em menos de um mês. Ela iria completar 68 anos nesta sexta-feira (13). Mesmo sendo cadeirante, notabilizou-se por participar de eventos e movimentos políticos em vários lugares do Brasil e do mundo. A professora e intérprete de libras Luciana Huguenin conta que Elizabeth era uma das militantes mais ativas pela acessibilidade em Cabo Frio. 

– Ela sempre estava cobrando o setor de mobilidade urbana da Prefeitura, falando sobre as leis que defendem a pessoa com deficiência. A gente que faz parte deste movimento está muito abalado. Era uma pessoa alegra, empolgante e que vai fazer muita falta – declarou Luciana.

Para a ativista social Carolina Werkhaizer,  Beth é sinônimo de vida, luta e alegria. 

 – Foi assim que a conheci e assim que me despedi em nossa última conversa. 

Descubra por que a Folha dos Lagos escreveu com credibilidade seus 30 anos de história. Assine o jornal e receba nossas edições em casa.

Assine Já*Com a assinatura, você também tem acesso à área restrita no site.