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reunião

Arraial debate Taxa Ambiental

Reunião aberta ao público acontece no próximo dia cinco, no Hotel Mediterranê, na Prainha

23 agosto 2017 - 11h25
Arraial debate Taxa Ambiental

Após a polêmica gerada pela implantação da Taxa de Preservação Ambiental (TPA) em Arraial do Cabo, o prefeito Renatinho Vianna (PRB) resolveu abrir diálogo sobre a medida: uma reunião aberta à população será feita no Hotel Mediterranê, na Prainha, no próximo dia cinco. Participarão a equipe técnica responsável pela implantação da taxa em Bombinhas (SC), a prefeita de Bombinhas, Ana Paula Silva (PDT), e, claro, o próprio Renatinho. Os convidados darão esclarecimentos sobre a TPA, que passará a valer apenas no ano que vem. A cobrança, para veículos comuns, será de R$ 12. 
– Nenhuma cidade que faça fronteira com Arraial, seja por terra, mar ou lagoa, vai pagar. A única cidade próxima que irá pagar é Búzios. Até porque Búzios aprovou uma taxa para começar a cobrar. Se eles isentarem o cabista, nós isentamos o buziano. Se eles tiverem o critério de retirar o cabista da taxa, os moradores de lá serão isentados aqui – explica.
– Todos os balneários de sucesso cobram para tudo. Por que Arraial não? Se o turista não puder pagar R$ 12, vai ter que buscar outro lugar. A taxa não é por pessoa, é por veículo. Cito vários exemplos de lugares de sucesso que têm a taxa: Bombinhas, Ilha Bela, Fernando de Noronha, Gramado – enumera.
O prefeito ainda realça o principal objetivo: reduzir cada vez mais a dependência dos royalties de petróleo.
 – A taxa fica para o legado do município. Hoje estou prefeito, mas daqui a pouco vou embora. Queremos deixar a cidade cada vez menos dependente dos royalties. O município tem que ter arrecadação própria. A taxa onera o turista, não o cidadão, bem diferente da gestão passada que implantou taxas de iluminação publica e esgoto. Essas oneraram o povo cabista – dispara.
Um dos questionamentos é o congestionamento provocado pela cobrança. Segundo o prefeito, não haverá nenhuma interferência no trânsito.
– Alegam que vai ter congestionamento. O congestionamento já existe pelo fluxo de turistas, não pela taxa. Em segundo lugar, a cobrança será igual a de Bombinhas: escaneamento da placa. Tem uma câmera que escaneia a placa e vai direto ao banco de dados do Detran. Dali, a cobrança vai direto para a casa da pessoa. O carro não para – argumenta.