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Após confusão, ocupação no Renato Azevedo é marcada pela tensão

Alunos ocupantes têm medo de sofrer represálias por movimento

05 maio 2016 - 10h32Por Gabriel Tinoco
Após confusão, ocupação no Renato Azevedo é marcada pela tensão

No cabo de guerra com a pressão do Governo do Estado e os pedidos de pais pela volta das aulas, os ocupantes do Colégio Renato Azevedo vivem dias de tensão. Na noite de anteontem, alunos pró e contra o movimento tiveram uma calorosa discussão na porta da escola a ponto da vizinhança chamar a polícia. Os ânimos se acalmaram e uma reunião acontecerá no sábado, às 15h, para os lados chegarem a um consenso.

A discussão entre os estudantes começou por causa de uma ameaça da Secretaria Estadual de Educação de que os alunos poderiam perder o ano letivo caso a manifestação não acabasse até junho. De acordo com os ocupantes, foram ouvidas batidas fortes no portão da escola para a negociação começar.
Intimidados, eles não abriram a porta porque sentiram medo do diálogo perder o controle dentro da escola. A negociação, portanto, foi mantida na frente do colégio com os dois lados bem exaltados. No fim das contas, a Polícia Militar chegou e restabeleceu a ordem no local.

Os manifestantes argumentaram que, caso o protesto acabe, as atividades continuarão suspensas pela greve dos serviços terceirizados como faxina e merenda. Eles também lembraram de ocupações no Estado de São Paulo que duraram mais de quatro meses e que, ainda assim, os anos letivos não foram perdidos.

(*) Leia a matéria na íntegra na edição desta quinta-feira da Folha dos Lagos.