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Cavalos

Animais soltos causam acidentes na Estrada da Integração

Motoristas precisam desviar de animais na pista em meio à escuridão da estrada

10 setembro 2015 - 13h43

RODRIGO BRANCOS

 

O que já é uma perigosa rotina na Estrada do Guriri está longe de ser um fato isolado em uma cida­de que guarda boa parte de seus limites em áreas rurais. Aliás, a presença de animais de grande porte, como cavalos e bois, em meio a carros e motos por pou­co não causou uma tragédia na noite desta terça-feira (8) na Estrada da Integração, hoje uma via impres­cindível para a ligação entre o Jardim Esperança e Tamoios, no segundo distrito.

Os três ocupantes do Citröen que se chocou com um cavalo não sofreram ferimentos graves. Por pura sorte, segundo testemu­nhas, uma vez que acidentes en­volvendo bichos é algo cada vez mais frequente local, considerado de iluminação precária. Segundo a empresária e administradora Nívia Garcia, que mora nas pro­ximidades da estrada e ajudou na sinalização do acidente, o corpo do cavalo morto ficou estirado na pista por muito tempo sem que qualquer autoridade tomasse pro­vidência para retirá-lo.

– Eu tinha passado no local um pouco antes e consegui desviar, mas o que passou depois, pegou. Por uma sorte ou pelos anjinhos, nada de mais grave aconteceu. Socorremos as pessoas e as leva­mos para o Hospital do Jardim. Quando voltamos, havia vários carros parados e ajudamos a sina­lizar o local, com carros e triân­gulos. Ali é perigoso porque é um dos poucos pontos de reta e os carros aceleram bastante – relata.

De acordo com a empresária, o Corpo de Bombeiros, apesar de acionado, não foi ao local, por dizer que a atribuição seria da Guarda Municipal. O comandan­te do 18º GBM, tenente-coronel Leonardo Couri, contestou em parte a versão, dizendo que a cor­poração atende a todos os chama­dos, mesmo que não envolvam feridos de maior gravidade, para averiguar o risco da situação.

– Pode haver explosão. Além disso, a pessoa pode estar bem externamente, mas precisa ser examinada – disse ele, que afir­mou que só remove animais que ameacem a segurança ou em lo­cais de difícil acesso.

Por sua vez, a Guarda disse que as atribuições de retirada dos animais da pista são da Polícia Rodoviária Estadual, cuja asses­soria não atendeu às chamadas da reportagem. A secretaria estadual de Obras e o Departamento de Estradas e Rodagem (DER-RJ) também não se pronunciaram até o fechamento desta edição.