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Victor

Aldeense cruza fronteiras para acompanhar Botafogo na Libertadores

Victor Soares já viajou pela América Latina atrás do clube do coração e conta histórias

18 maio 2017 - 08h02
Aldeense cruza fronteiras para acompanhar Botafogo na Libertadores

Na estrada dos louros, como diz o hino alvinegro, Victor Soares mostrou que nenhuma fronteira separa seu amor pelo Botafogo. O morador de São Pedro cruzou os Andes para acompanhar o heróico empa­te da classificação por 1 a 1 contra o Colo Colo, na Pré-Li­bertadores. Honrando as co­res do Brasil e de nossa gente, prensenciou a vitória sobre o Atlético Nacional (2 a 0), na Colômbia, e o empate com o Barcelona de Gayaquil (1 a 1), no Equador. O desafio de hoje é menos tortuoso: estará entre as vozes que apoiarão o time diante do Atlético Nacional, no Engenhão, no Rio de Janeiro. Tudo para mostrar que a estrela que o conduziu para diversos cantos da América, afinal, não é tão solitária assim.

Logo na primeira viagem in­ternacional, no topo do Santu­ario da Imaculada de Concei­ção, Victor Soares mostrava fé... na classificação em plena Santia­go: “procurando as pessoas que falaram você vai à toa. Botafogo não vai passar do Colo Colo”, postou o aldeense, em tom de provocação aos que considera­ram loucura sua paixão.

– São minhas primeiras via­gens internacionais. Nas via­gens dentro do Brasil, comecei ( a acompanhar o Botafogo) há quatro anos – revela.

 E, como não poderia deixar de ser, o botafoguense colecio­na histórias: a melhor delas em solo caribenho.

– Depois do jogo contra o Atlético Nacional, embarquei para San Andrés, uma ilha ca­ribenha. Ao chegar no aeropor­to, a casa de câmbio estava fe­chada e só tinha 5 mil pesos. O taxista me cobrou 15 mil. Tive que pedir dinheiro ao gerente do hotel que nunca vi na vida para pagar – relembra, aos ri­sos, o viajante.

Torcedor assíduo desde novo, Victor já passou por ou­tros apertos.

– Já repeti de ano na escola de tanto acompanhar os jogos do clube – conta.

O torcedor, que acompanhou de perto, todos os grandes de­safios do clube na temporada, guarda esperanças na determi­nação do elenco.

– O time não tem craque, ne­nhum jogador acima da média. Tem, sim, um grupo unido que, com garra e força de vontade, vem vencendo desafios – ana­lisa o apaixonado torcedor, que pede cuidado com o lado es­querdo no jogo de hoje.

– O atual campeão da Li­bertadores (Atlético Nacional) tem um time muito enfraqueci­do pelo mercado brasileiro, que levaram seus melhores jogado­res. Destaque para a ponta-es­querda, onde tem um atacante de lado de campo muito veloz e habilidoso – avisa.