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Adriano

Adriano joga a toalha, mas Rede e PDT prometem recorrer ao TSE

No entanto, vereador diz que decisão da Justiça 'desmoraliza todas as instituições'

19 outubro 2016 - 01h02Por Texto e foto: Rodrigo Branco
Adriano joga a toalha, mas Rede e PDT prometem recorrer ao TSE

A novela jurídica envolvendo a impugnação da candidatura do prefeito eleito de Cabo Frio, Marquinho Mendes (PMDB), deve reservar os capítulos derra­deiros para o Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília.

Um dia após a apertada vitó­ria de Marquinho (quatro votos a três) no plenário do TRE-RJ, o diretório municipal da Rede Sustentabilidade, partido de Adriano Moreno, segundo colo­cado na eleição, confirmou que vai recorrer do resultado junto ao TSE. A Procurado­ria Regional Eleitoral já tomou a iniciativa ainda na tarde desta terça (18) (LEIA AQUI).

Contudo, a contestação não será por iniciativa de Adriano, pelo menos segundo disse o ve­reador. Ele, que começa se des­pedir da Câmara, fez discurso em tom emocional ao falar de pro­jeto do colega Celso Campista (PDT) que pretende implantar a Lei da Ficha Limpa no primeiro escalão municipal. Traçando um paralelo com a situação das elei­ções, mas sem mencionar o nome de Marquinho, Adriano criticou a decisão da Justiça, embora afir­me que não recorrerá da decisão.

– Desmoraliza (a decisão) to­das as instituições, inclusive esse Legislativo (que reprovou as contas de 2012 de Marquinho), marcado por ser omisso. Mas se o partido quiser recorrer... Quan­do eu vim para a Câmara sempre trabalhei pelo bem comum. Se hoje Cabo Frio começar a contar a mesma história de 2008 (bri­ga judicial entre Alair Corrêa e Marquinho), vai trazer um mal imenso para essa cidade e eu não quero participar disso. Estaria sendo incoerente com o que eu sempre critiquei – garantiu.

Outro interessado, o deputado estadual Janio Mendes (PDT) também criticou a Justiça, mas foi político quanto à chance de entrar com recurso.

– A cidade precisa de um tem­po de paz. Estamos nos prepa­rando para apresentar propostas de fiscalização e controle para transformar a cidade. Não pode­mos contar com o Poder Judici­ário, que se mostrou tão inerte e carcomido quanto outras insti­tuições – disse.

No entanto, segundo o advo­gado Vítor Martim, responsável por defender os interesses de Janio e da coligação, a situação não será bem assim.

– Obviamente (que entrará com recurso). Só estamos espe­rando o acórdão sair. A decisão coube aqui embaixo como cabe lá em cima. A sociedade quer políticos ficha limpa. Quanto ao que o Janio disse, não recebi ordem em contrário e acho que nem irei receber – comentou o advogado.

(*) Atualizado em 19/10 às 10:08h.