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BRASILEIRÃO

Técnico da Cabofriense está otimista para campanha na Série D: "Temos que ter objetivos grandes"

Toninho Andrade reconhece dificuldade de enfrentar adversários do grupo, mas sonha com o acesso

18 setembro 2020 - 19h55Por Redação

A Cabofriense estreia neste domingo (20) na Série D do Campeonato Brasileiro, às 16h, contra o Cascavel, no Estádio Olímpico Regional Arnaldo Busatto, na cidade paranaense, pelo grupo 7. E o time chega bem preparado para a competição, com uma pré-temporada com mais de um mês de trabalho para poder surpreender.

No comando do time está um treinador experiente: Toninho Andrade, que conhece a competição e já conquistou o acesso em 2009 pelo Macaé. E mesmo com todas as dificuldades enfrentadas pela Cabofriense para disputar o campeonato, Toninho pensa alto e mira o título.

– Entendo sempre que quando você entra em uma competição é pra ser campeão você tem que buscar sempre o melhor. Se você não puder ser campeão, é buscar o acesso, que seria algo muito importante. E por último é fazer uma boa campanha caso não consiga ser campeão nem conquistar o acesso. Temos sempre que pensar no melhor. Não podemos entrar na competição pensando apenas em fazer uma boa campanha. Temos que ter objetivos grandes, temos que pensar grandes. No decorrer da competição é que vai aumentar ou diminuir a tua expectativa com relação aquilo que você pensa. O objetivo é sempre o melhor, e o melhor que eu entendo é título, depois o acesso. É assim que vamos trabalhar – disse o comandante, que vê o time preparado para a competição.

– Avalio positivamente a pré-temporada, pois tivemos um tempo bacana pra trabalhar. Alguns jogadores acabaram chegando depois, mas foi uma pré-temporada boa, conseguimos fazer alguns jogos-treinos importantes, o que nos dá uma confiança de fazer um bom campeonato. A gente sempre quer mais tempo, porque alguns jogadores chegaram depois, mas estou satisfeito com aquilo que foi feito na pré-temporada.

No elenco nomes conhecidos do torcedor como o goleiro George, o volante Gama e o atacante Abner, que está em fase final de recuperação de lesão. Além deles, alguns atletas vieram do Madureira, em uma parceria com o clube, e atletas que estavam sendo monitorados pela comissão técnica.

 – Avalio o grupo de forma positiva. Alguns jogadores permaneceram como o George, Gama, Feitosa. Conseguimos trazer alguns jogadores do Madureira que estiveram conosco no Estadual, caso do Rhuan e do Vander que foram titulares conosco lá, fizemos algumas apostas em alguns atletas que estávamos monitorando no mercado, a comissão tem um banco de dados grande com relação a atletas. Fomos pesquisando, vendo vídeos, conversamos com treinadores que trabalharam com esses jogadores. Dentro das possibilidades que o clube pode oferecer acho que trouxemos jogadores bastante interessantes e estamos confiantes em relação a isso.

A Cabofriense caiu no Grupo 7, junto de Bangu e Portuguesa, ambos do Rio de Janeiro; Mirassol e Ferroviária, de São Paulo; e Cascavel e Nacional, do Paraná. Segundo Toninho, um dos grupos mais difíceis da competição.

– A nossa chave é bem difícil. Os clubes do Rio mantiveram a base do Carioca, caso do Bangu e Portuguesa. Temos poucas informações com relação as equipes do Paraná. Soube que houve reformulação no Mirassol e Ferroviária, clubes com uma estrutura muito boa. O treinador do Mirassol hoje é o Eduardo Baptista, treinador que já dirigiu grandes clubes da Série A do Campeonato Brasileiro. O Cascavel fez a final do Campeonato Paranaense, então é uma chave muito difícil, mas estamos confiante, temos que ser confiantes. Acredito que vamos fazer um grande trabalho, que vamos buscar coisas positivas dentro da competição. Sabemos das dificuldades que a chave nos impõe, mas você tem que estar preparado para esse tipo de situação. Quando você assume um desafio você tem que estar preparado sempre pro melhor. É assim que eu entendo – finalizou.

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