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Cabofriense

Cabofriense encara Bonsucesso em jogo de vida ou morte

Ameaçado pelo rebaixamento, Tricolor não pode sequer pensar em empatar no Correão 

09 abril 2016 - 15h49Por Gabriel Tinoco
Cabofriense encara Bonsucesso em jogo de vida ou morte

Derrota para a Lusa na última rodada complicou o time de Cabo Frio (Divulgação)

À beira da zona de rebaixamento, a Cabofriense faz jogo de vida ou morte contra o Bonsucesso. O time de Cabo Frio entra em campo hoje, a partir das 19h30, no Correão, para se livrar de vez da ameaça da queda. A partida é válida pela sexta (penúltima) rodada do Grupo D. Os ingressos serão vendidos na bilheteria do estádio a partir das 16h30 e poderão ser trocados por uma garrafa pet.

O jogo pode definir a entrada da Cabofriense na zona de rebaixamento. Sendo assim, o clube não dependerá apenas de si para se livrar da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. A Cabofriense pode ser ultrapassada pelos dois últimos colocados: América e Friburguense, que possuem quatro e três pontos, respectivamente.

Com uma vitória, a Cabofriense poderá alcançar a mesma pontuação da Portuguesa, mas dificilmente passará a equipe da Ilha do Governador no critério de saldo de gols.

Seca de gols – A Cabofriense foi derrotada nos dois últimos jogos e tem uma missão ingrata pela frente. O Bonsucesso vem embalado pela maior goleada do campeonato, os 6 a 1 diante do Friburguense na rodada passada. Enquanto o adversário marcou um caminhão de gols, o ataque da equipe de Cabo Frio vive o drama de não conseguir balançar as redes.

Os seis gols do Bonsucesso no último jogo ultrapassaram a metade dos gols da Cabofriense em todo campeonato: somente 11 no decorrer da competição. Com isso, o setor ofensivo da Cabofriense é o pior de todo o Carioca – Bonsucesso e Tigres ultrapassaram o clube.

A dupla de zaga do Tricolor deve se preocupar com dois atacantes que juntos marcaram nove vezes no Carioca. Matheus Pimenta (cinco gols) e Deivison (quatro) são as principais armas da equipe para surpreender fora de casa.

São muitas as opções no rodízio promovido pelo técnico Eduardo Hungaro para consertar a falha no setor ofensivo da Cabofriense. Ao todo, sete jogadores ocuparam as posições: Carlinhos, Bruno Tubarão, Marquinhos do Sul, Charles Chad, Jardel, Igor Luiz e Wendel.

No ranking da artilharia, a Cabofriense some. Nas 20 primeiras posições, não aparece nenhum atleta sequer do clube. O jogador que mais marcou no time, inclusive, é um meia. Franco anotou três gols na competição.

No entanto, não é só a Cabofriense que sofre desse mal. O tradicional Flamengo balançou as redes apenas quatro vezes no campeonato.

Fator casa – A única vitória da Cabofriense no campeonato foi diante do apoio dos torcedores. Eles prometem lotar o Correão para tentar ajudar a equipe a não se complicar na competição. Na última terça-feira, por exemplo, membros de uma organizada foram ao estádio para apoiar os jogadores – o técnico Eduardo Hungaro descartou qualquer cobrança dos homens que apareceram no treino.

CABOFRIENSE X BONSUCESSO - 

CORREÃO - 19H30

CABOFRIENSE – Andrey, Júlio Lopes, Raphael Andrade, Juliano, Leandro; Gilson, Dedé, Pedro, Maicon Souza, Franco e Igor Luiz. Técnico: Eduardo Hungaro.

BONSUCESSO – Bruno Miranda, Nathan, William, Anderson, Rossales, Thiaguinho, João Cleriston, Matheus Pimenta, Breno, Marcos Junior e Deivison. Técnico: Toninho Andrade.

Arbitragem: João Batista de Arruda, auxiliado por Luiz Claudio Regazone e Diogo Carvalho Silva.