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MÚSICA

No palco, Música Sem Frescura

Projeto faz sucesso ao democratizar som instrumental

26 novembro 2019 - 19h45Por Rodrigo Cabral

A guitarra de João Pires logo diz logo para o que veio, unindo técnica e emoção. Logo, ganha um abraço caloroso do groove que vem do contrabaixo de Arthur Vigne, no compasso exato da bateria de Rauel Mendes. E, para o encontro ficar perfeito, o toque do teclado de Rafael Senna se une aos metais de Gabriel Leite e Kakadio Rocha. O ritmo vai longe. Do jazz ao soul. Da bossa nova à salsa. Do rock ao deep house. Está em palco o Música Sem Frescura. Um projeto que, nascido em Arraial do Cabo, tem feito do virtuosismo o ingrediente para encantar plateias e democratizar a música instrumental na Região dos Lagos.

– Música Sem Frescura representa liberdade. É música instrumental sem rótulos. Numa mesma faixa, tocamos soul, rock e deep house, por exemplo. Queremos que as pessoas se divertirem, esqueçam seus problemas. Essa é a nossa intenção: alimentar a alma e o intelecto das pessoas com música boa – conta João Pires.

A banda foi idealizada por João, chamado carinhosamente de Joãozinho entre os amigos, músico conhecido dos palcos de Arraial e região. De cara, a ideia foi levar justamente levar música instrumental para todos os públicos, com repertório que passa por canções conhecidas da plateia e apresentações empolgantes.

– Eu tinha, há muito tempo, uma necessidade de tirar esse projeto do coração e colocar na prática. Sempre toquei com vários artistas. Mas não tinha um trabalho meu. E aí decidi pela música instrumental, mas abrangendo todo tipo de público. Não fazemos um som direcionado a um público, apenas. O público do Música Sem Frescura é todo público. A criança, o jovem, o adolescente, o adulto. Fazemos um som para cativar a todos.

Em algumas apresentações, no entanto, os músicos contam com participação especial de vocalistas. Foi o que aconteceu na festa de lançamento do Polo Gastronômico da Praia dos Anjos, em Arraial, semana passada, quando foram acompanhados da cantora Mila. 

– O público nos acolheu de uma forma inacreditável. Cantou do começo ao fim. Isso afirma pra gente que a música é a linguagem universal. Independe se é instrumental ou cantada. A ideia é essa: que as pessoas cantem, interajam e participem.

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