Assine Já
quinta, 03 de dezembro de 2020
Região dos Lagos
30ºmax
21ºmin
Mercado Tropical
Mercado Tropical Mobile
TEMPO REAL Confirmados: 12983 Óbitos: 554
Confirmados Óbitos
Araruama 2519 121
Armação dos Búzios 1460 21
Arraial do Cabo 427 16
Cabo Frio 3851 182
Iguaba Grande 1197 41
São Pedro da Aldeia 1997 79
Saquarema 1532 94
Últimas notícias sobre a COVID-19
escritores

Literatura da região marca presença na Bienal do Rio

Escritores embarcam em caravanas na maior feira literária da América Latina

30 agosto 2017 - 11h18Por Gabriel Tinoco
Literatura da região marca presença na Bienal do Rio

“Os livros são objetos transcendentes”. Ao mencionar Caetano Veloso, Junior Carriço sintetiza a caravana em que ele e outros escritores locais embarcam rumo à Bienal do Rio de Janeiro amanhã: uma viagem transcendental feita pela Editora Comunicação. Representar a região, nesse caso, significa levá-la aos leitores – não só da capital fluminense, como também do país inteiro – com a beleza dos patrimônios culturais de Cabo Frio descritos no livro de Ludmila Oliveira, com a doçura das poesias da jovem Maria Eduarda Menezes ou até mesmo com a veia poética do próprio Júnior, onde correm os versos e o sangue do avô Vitorino Carriço. Os autores ficarão no estande H-29 do Pavilhão Azul.
A Folha ouviu alguns deles, que demonstram sensações diversas diante da responsabilidade de expor as obras na maior feira literária da América Latina. Tímida, a escritora Maria Eduarda Menezes, 16, revela nervosismo na recepção de ‘Amor e Cactos’.
– Sinto-me realizada. Isso porque me faz ver que posso alcançar coisas que pensava que não alcançaria. Estou bem nervosa, porque é a primeira vez que vou à Bienal – conta.
Mas nem todos estão nervosos. A escritora Ludmila Oliveira, que leva duas obras: ‘Conhecer Para Preservar’ e ‘#Alunos’, teve boa recepção na Bienal de São Paulo e aguarda aprovação ainda maior no Rio de Janeiro.
– Estou ansiosa. Já tive oportunidade de representar a cidade na Bienal de São Paulo com Conhecer Para Preservar. O meu livro fala dos patrimônios históricos, culturais e ambientais de Cabo Frio. As pessoas gostaram muito. Muita gente queria, inclusive, conhecê-los. Agora, a expectativa é ainda maior. – declara.
O poeta Junior Carriço já esteve na feira como consumidor, mas não sabe o que esperar no lançamento de ‘Recoveco’.
– É uma coisa completamente nova. A Bienal abre, sim, caminhos, ideias, sensações e experiências. Mas não sei exatamente o que esperar. Sei que estou indo na felicidade. Sinto-me um estrangeiro. Vamos ver o que acontece – analisa. 
No dia cinco, o escritor Carlos Henrique Ferreira levará o Almanaque da Imprensa Cabofriense à feira.
– É uma oportunidade de divulgar e também trocar experiencias com outros autores, estou bastante animado – finaliza.