A Revista Exame trouxe à tona neste fim de semana um grave problema que vivemos. Uma matéria mostra os efeitos da ‘guerra’ contra o tráfico e a criminalidade que policiais militares sofrem. Os números devem alertar e devemos pensar na nossa postura com os que têm como missão salvar e proteger. Após ler a matéria, disponível na internet, me coloquei a pensar em como é difícil a missão de servir.
Lido o tempo todo com os policiais do 25º BPM mais diretamente. Nos grupos de WhatsApp recebo elogios dos taxistas pelas ações comandadas pelo tenente-coronel Roberto Dantas. Um casal relata uma pescaria na Lagoa e agradece o patrulhamento e a sensação de segurança proporcionada pela presença de PMs no patrulhamento ostensivo. Um executivo de uma empresa também envia mensagem para agradecer o trabalho da PM para garantir que equipes de serviço consigam estar em áreas consideradas ‘sensíveis’.
Penso imediatamente: só eles sabem o que enfrentam para nos proteger. Só eles sabem o esforço que empenham nos plantões, sem muitas vezes ter o respaldo necessário. Não é fácil estar do outro lado da ‘trincheira’. Temos muito a agradecer e a valorizar nossos policiais. Eu, particularmente, como diretora do Conselho Comunitário de Segurança, só posso ter muita gratidão pelo pronto atendimento todas as vezes que solicitamos a presença da policia nos quatro cantos desta cidade. Muito ainda precisa ser melhorado na nossa segurança pública. As polícias Civil e Militar se encontram sucateadas, isso é fato. Mas não adianta só criticar e não fazer nossa parte enquanto cidadãos. É preciso reconhecer também o empenho destes homens. Tenho muita fé que o atual governador do Estado do Rio, Wilson Witzel, valorize nossos homens. E eles sabem que podem contar comigo... Obrigada a vocês, policiais civis e militares por nos servirem.
