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Unidades de saúde têm consultas online

Postos atendem inscritos na Saúde da Família

Unidades de saúde têm consultas online

Apenas moradores inscritos no Programa Estratégia em Saúde da Família (ESF), do governo federal, poderão marcar consultas online em seis polos espalhados pela cidade. A marcação online começa nesta segunda-feira (7). Para se cadastrar nas unidades de ESF, é preciso levar comprovante de residência. A informação é de Marco Antônio Durães, diretor do Pam e da Central de Marcação.

– Para quem não tiver o cadastro, é uma oportunidade para fazê-lo. E aqueles que já possuem o prontuário unificado, mas não têm o cartão do SUS, vão poder fazer nos polos – explicou Marco Durães, acrescentando que somente usuários que já tenham o prontuário unificado (que pode ser feito na Central de Marcação).

– Queremos criar recursos para diminuir as filas. Por isso, as marcações nos ESF e em outros meios são fundamentais – contou.

 Etapa – O próximo passo da Secretaria de Saúde, segundo Durães, será o recadastramento de idosos e portadores de necessidades especiais para marcação online pelos próprios usuários. Ao todo, o grupo soma cerca de 30 mil pessoas, o equivalente a cerca de 25% do total de usuários. Segundo Durães, em um ano e meio de gestão, a saúde do município emitiu 125 mil novos prontuários na cidade.

Quando for implantado o sistema em que o próprio usuário marca a consulta, o paciente terá que entrar no site da prefeitura e acessar o link da Central de Marcação. Em seguida, será necessário digitar uma senha que será fornecida aos usuários que foram recadastrados. Depois, é só marcar a consulta para o especialista desejado. O paciente terá também que imprimir a ficha que vai apresentar no dia da consulta.

Central de Marcação tem duas mil vagas por semana

Segundo o diretor, a Central de Marcação tem disponível cerca de 2.400 vagas por semana, o equivalente a 9.500 consultas mensais. As especialidades médicas mais procuradas são clínica geral (527), cardiologia (294), dermatologia (120), pneumologia (64), ortopedia (227), oftalmologia (147).

– Sempre sobram vagas nas demais especialidades. Na oftalmologia, na neurologia e na ortopedia, temos falta de profissional. É difícil encontrar médicos – afirmou Marco Antônio Durães.