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Coluna

O dono do pedaço

08 novembro 2019 - 20h27

Na novela global que já ruma para seu fim, a vilã Fabiana mente, propõe cortes de despesas mínimas que oprimem funcionários, mas lida com milhões, fruto de extorsões e ilegalidades. A situação não é muito diferente em Cabo Frio.

O prefeito da cidade pediu autorização à Câmara para remanejar orçamento já existente entre órgãos, a fim de pagar salários mensais e o décimo-terceiro  do servidor. Afirmou que as recentes liberações de precatórios teriam o mesmo fim e agora acena com empréstimo com o mesmo discurso, mas, até agora, não cumpriu nada e o funcionário segue sem o salário do mês. 

Some-se a isso o “Decreto da Maldade 3”, que, ilegalmente, propõe cortes de despesas que o governo esbanja, bem como a suspensão de direitos do trabalhador previstos em lei. Trata-se de uma medida ilegal, diante da lei orgânica, em seu artigo 133. Em 2016, a Promotoria do Ministério Público do Estado de Goiás, por exemplo, ajuizou ação contra o prefeito de Goiânia exatamente por isso.

Todas as contas publicadas pela própria prefeitura no portal da transparência apontam sobra de dinheiro na relação entre receita e despesa. Ou o governo esconde os dados reais, postando números falsos no Portal, o que configura fraude contábil; ou a situação financeira está excelente e o governo diz que não, enganando o povo.

Nosso mandato posiciona-se contra esses absurdos e está propondo medidas de combate a tudo isso. Lutarei para que o povo de Cabo Frio seja o verdadeiro dono do pedaço e que esse sistema perverso tome um bolo do eleitor, para sair e jamais voltar.

 

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