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Coluna

Uma política que não é para amadores, mas hoje para os que ouvem as ruas e o povo cabo-friense

13 setembro 2020 - 12h47

Com o período das convenções partidárias, o embaralhado cenário da política cabo-friense vai se desenhando e as definições começam a aparecer, claro que ainda por trás das cortinas, escamoteadas, igual ao intento e desejo de muitos. Nomes que afirmavam vir, não virão mais e se juntam a outros, com reais chances de competir, e quem sabe, ganhar. Nomes que supúnhamos não vir mais, tido como 'mortos' politicamente por muitos, ressurgem e criam um rebuliço no tabuleiro, impondo novas estratégias e verdadeiros recomeços a grupos e candidaturas que já se sentiam eleitos. 

Apesar de não existir amador na política de Cabo Frio, muitos ainda se comportam, como se não ouvissem as ruas, o bradar de um povo indignado e revoltado com as velhas práticas e encenam, descaradamente, alianças com o diabo, pactos com a escória, se juntam em verdadeiras aglomerações de nomes sujos, onde, apesar dos novos tempos e do novo comportamento do eleitor, as coligações e acordões remetem a um passado, que a população de bem dessa cidade, não quer mais e não aceitará. 

O possível Vice, ou a provável Vice, fará sim toda diferença e será capaz de fazer vencer uma candidatura, diferente do que pensa os clãs assistencialistas do município. Mudar de nome ou inverter parentes não garantirá a vitória, assim como o despejar dinheiro com as práticas nada republicanas que por décadas impera nos grotões do Brasil e por Sucupira a cartilha não se diferencia. Dinheiro por dinheiro, teremos campanhas de grupos poderosos e milionários, e por acaso temos algum favorito? Alguém se arrisca? Façam as suas apostas. 

Vai ganhar a primeira eleição aberta de Cabo Frio, sem um favorito, sem um nome que possa se sentir, hoje, campeão dos votos, aquele que mostrar trabalho, legado, que demonstrar simpatia e amor pelo povo, gostar de gente de verdade, quem não se juntar com tudo e todos pelo poder e principalmente, aquele que provar, quais planos e projetos reais tem para a cidade sair do buraco, do caos e sem as fórmulas milagreiras e fantasiosas de outras campanhas e quem apresentar seu time, verdadeiramente técnico, para resgatar a autoestima e o orgulho do cidadão de poder novamente se dizer cabo-friense.