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Coluna

No Rio, ‘ Guardiões do Crivella’, em Cabo Frio guardiões do indefensável

05 setembro 2020 - 13h53

Não é surpresa para ninguém, pelo menos não por aqui em terras sucupiranas, a notícia dos ‘Guardiões do Crivella’ bancados com dinheiro público. Quantos em Cabo Frio e em Arraial do Cabo, por exemplo, são bajuladores profissionais, pagos com o dinheiro das Prefeituras. Nesse rol temos blogs, portais, sites, radialistas, comunicadores, ex-candidatos, líderes de bairros e associações, líderes de entidades representativas, líderes de partidos,  médicos que lideram Upas em todos os Governos, candidatos que preenchem nominatas, empresários amigos dos “mandatários do poder” que refornam suas lojas e restaurantes apenas quando estão enfiados nas Prefeituras, amantes dos postulantes de cargos públicos, parentes de vereadores, dos prefeitos, secretários  e por aí vai. 

O descaramento com a dinheiro que é do povo é permitido pelo próprio povo, que se vende e que, acostumado a esse ciclo vicioso do ganhar fácil, sem trabalhar de fato, briga nas redes e nas ruas, gritam, bradam e fazem ‘denúncias’ dos opositores, porque precisam mostrar trabalho e defender sua portaria fantasma de todo dia. 

Os políticos criam, e sustentam, exércitos de parasitas, sanguessugas do erário e saqueadores dos cofres públicos. 
Em Arraial do Cabo por exemplo, a Justiça está de olho em um gabinete todo poderoso que tem mais de 300 contratos comissionados, numa sala que cabem no máximo 5 pessoas. 

Aqui em Cabo Frio não é diferente.

 A Folha dos Lagos registrou por exemplo, e também endossamos no Jornal O Dia, a mentira das demissões em massa na cidade, onde Dr. Adriano exonerou 1240 cargos comissionados recentemente e em apenas 15 dias contratou 409 pessoas em cargo de comissão. 
Para que seria? Não era para cortar gastos? Contratar em pleno período eleitoral?

O povo precisa entender, principalmente os integrantes desses exércitos que defendem o indefensável, que enquanto eles dividem as migalhas e os restos desses políticos, a alta cúpula fica com a parte principal do bolo, que comem sozinhos e com os seus. 

É tempo de mudar e romper com esses cânceres da política velha, arcaica e mofada de Cabo Frio e da Região dos Lagos.