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Coluna

Desenvolvimento de pessoas cada vez mais decisivo

14 novembro 2019 - 20h06

O desenvolvimento das pessoas nas empresas ou em outros tipos de organização, públicas ou privadas, tem sido elemento de diferenciação e instrumento de competitividade para o alcance de resultados positivos.  Várias pesquisas apontam que organizações de sucesso, são aquelas que mais geram lucros para seus proprietários ou aquelas que conquistam clientes cada vez mais exigentes, exatamente porque são as que mais investem no capital humano, que possuem em seus quadros pessoas mais bem preparadas para enfrentar os desafios do exercício de suas funções.  De uma simples lanchonete ou de uma grande empresa multinacional, ou ainda, de um departamento público, desenvolver pessoas tem sido essencial para que os produtos ou serviços sejam feitos com qualidade e garantam a satisfação dos clientes.

O desenvolvimento de pessoas passa pela qualificação profissional, que por sua vez passa pelos estágios de treinamento e capacitação para as atividades do trabalho.  Algumas dimensões da educação profissional devem ser construídas para que a competência de uma pessoa seja alcançada e um alto desempenho seja obtido em suas funções.  Ser competente é ter conhecimentos, habilidades e atitudes adequadas para desempenhar suas atividades profissionais. Parece muito simples, mas não é.  O desenvolvimento de pessoas é um processo que requer das empresas e das organizações, um esforço contínuo para conduzirem seus colaboradores, a novos estágios de preparo para o trabalho.  E cada ser humano é diferente do outro. Tem desejos, limitações e necessidades distintas.  Convergir as necessidades individuais com as necessidades organizacionais, demonstra a complexidade do processo.

O conhecimento é o saber necessário para uma que uma determinada área ou atividade da empresa funcione, como por exemplo, o conhecimento financeiro. Podem ser requeridos dos indivíduos conhecimentos específicos como de matemática financeira e de contabilidade a serem aplicados no trabalho. As habilidades, entendemos como o saber fazer, ou seja, capacidades requeridas dos profissionais para lidarem com aplicativos, planilhas eletrônicas ou ainda robôs (softwares para automatização de processos) para o desenvolvimento de cálculos complexos. Com relação a atitudes, entendemos como o querer fazer, ou seja, a motivação requerida das pessoas para resolverem problemas, lidar com conflitos, comunicarem-se adequadamente, e assim obterem bons resultados no seu trabalho.  Dessa forma, constrói-se a competência das pessoas.

O que vemos na prática são empresas e organizações, privadas ou públicas, com pessoas sem competência para o exercício profissional.  Isso decorre, muitas vezes, por não terem um processo organizado de treinamento ou por terem gestores pouco sensíveis à capacitação profissional. Faltam recursos financeiros para investirem na formação profissional, muitas vezes.  De qualquer forma, a ausência de competências gera conseqüências desastrosas para a gestão das organizações.  Por isso, cidadãos ou clientes, não satisfazem as suas necessidades com os produtos e serviços oferecidos.

Em organizações públicas ou privadas, o preço da falta de competência é muito alto. Por isso, ocorrem com frequência, o desperdício de dinheiro público e a má qualidade dos serviços prestados à população. Na área privada, clientes saem insatisfeitos com o atendimento ou o tratamento recebido. O fator humano é decisivo para os negócios bem-sucedidos.