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Coluna

Qual foi a prioridade?

07 novembro 2019 - 20h42

A total ausência de políticas públicas voltadas para o social é uma das coisas que mais assusta na atual administração. Numa cidade onde o desemprego só aumenta, não podemos ter um governo de braços cruzados enquanto a população mais carente padece com o aumento das desigualdades econômicas.

Em momento de crise somos obrigados a escolher prioridades. Penso que nada é mais importante do que investir em saúde, educação, salário dos servidores e assistência aos que mais precisam. Depois de mais de um ano de governo do Dr. Adriano, alguém consegue identificar algum avanço nessas áreas? Qual foi a prioridade?

Quando andamos pela cidade e olhamos nos olhos das pessoas mais pobres encontramos um desalento, uma súplica por socorro. Tem muita gente vivendo abaixo da linha da miséria, e não podemos aceitar essa degradação do ser humano enquanto “Secretaria de Desenvolvimento Social” nada desenvolve em favor dos mais pobres, nem mesmo parcerias privadas para suprir a falta de investimento público.

A Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) define a assistência social como um direito do cidadão, um dever do Estado e uma política não contributiva de seguridade social, que provê os mínimos sociais mediante um conjunto integrado de ações de iniciativas públicas e da sociedade, visando ao atendimento de necessidades básicas. Para isso as ações precisam ser redistributivas, equalizadoras de oportunidades, emancipatórias e preventivas. Precisamos de uma assistência direta, imediata e, principalmente, urgente, pois quem tem fome tem pressa.
Hoje vemos com clareza o tamanho da falta que faz programas sociais como o Café do Trabalhador, Passagem a um Real, Novo Cidadão, Distribuição do kit escolar (materiais e uniforme), Restaurante Popular e outros. Se elegermos prioridades é possível melhorar a vida das pessoas. Gestão com essas prioridades é o desafio de um próximo governo!