Alessandro Teixeira vai se encontrar com prefeito Chumbinho na segunda (3) para debater Educação de São Pedro

'Especialista em crises', novo secretário tem missão de acabar com greve em São Pedro

Rodrigo Branco I Foto: Reprodução
Publicado em 01/09/2018 às 14:26

Mudança de estilo no comando da Secretaria de Educação de São Pedro da Aldeia. Sai Walzi Conceição, que tinha fama de intransigente entre os profissionais da rede e foi exonerado ontem pelo prefeito Cláudio Chumbinho (MDB) e entra Alessandro Teixeira, ex-titular pela pasta em Cabo Frio e que promete abrir diálogo com a categoria para tentar dar fim à greve dos servidores da área, que completa duas semanas nesta segunda-feira (3). Alessandro afirmou para a reportagem que terá uma reunião com Chumbinho e com os integrantes de sua equipe na manhã de segunda para tratar as diretrizes para a negociação com os professores e funcionários. Alessandro antecipou que será fiel ao seu estilo de ouvir pacientemente as reivindicações.

–O melhor caminho da administração pública é conversar com seus representados. Na educação, a gente representa os profissionais da área. A gestão não substitui os professores, os alunos, a família do aluno e muito menos a sociedade. Quero conversar bastante, para compreender o cenário, mensurar as demandas do servidor e das famílias aldeenses – disse Alessandro, que já marcou reunião com os integrantes do sindicato (Sepe Costa do Sol).

Falando nos representantes sindicais, a irritação foi geral com o resultado da audiência no Tribunal de Justiça (TJ-RJ), realizada na noite de quinta-feira (30). O ex-secretário negou todas as reivindicações da categoria, e um acordo ficou emperrado. A situação também irritou Chumbinho e desgastou Walzi.

– Conseguimos por força do nosso movimento uma das nossas pautas que era a saída do Walzi. Essa demanda foi incluída nas nossas reivindicações ontem (anteontem) por conta dessa intransigência, mas o nosso movimento não vai parar por aí. Na nossa assembleia hoje (ontem), a greve foi mantida e na semana que vem vamos começar a fazer atos e parar ruas, para dialogar com a população. São demandas antigas – disse o professor Renato Reis, do Sepe Costa do Sol.

Entre as reivindicações da categoria estão a revisão do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração para professores e pessoal de apoio, redução da carga horária do pessoal de apoio, entre outros. A Prefeitura alega ser inviável atender a vários dos pontos exigidos. Os professores também querem ser recebidos por Chumbinho, mas o prefeito aldeense, que não esteve na audiência no Rio, mantém-se irredutível.

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